Em declarações a Record, Bruno Paixão lamenta o tom das críticas e lança indirectas. “Naquele jogo todos acertámos e todos errámos. Se olharmos para aquilo que se passou nos dois clubes na semana que antecedeu o jogo, chegamos à conclusão que deu jeito criticar o árbitro e desviar as atenções de factores externos”, afirma o juiz setubalense que se confessa de “consciência tranquila”.
“Sei o que valho e que posso chegar longe. Não me revejo naquele tipo de discurso e o meu historial prova o contrário. Quem me conhece sabe o que sou e de onde venho”, salientou.
A queixa da APAF contra Paulo Bento merece total concordância de Bruno Paixão. “Concordo plenamente com a decisão da APAF em apresentar queixa nas instâncias legais”, garante, deixando claro que é necessário separar as águas: “A competência dos treinadores deve-se resumir ao comando das equipas. Eu também faço o meu trabalho físico, técnico e mental. Cada um no seu lugar”.
in: Record
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