quinta-feira, 30 de Outubro de 2014

Árbitro quis chegar a tempo a um concerto. Acabou suspenso!

Tinha um concerto para ver. Mal o West Bromwich-Cystal Palace acabou, Mark Clattenburg enfiou-se no carro e ainda ligou para o treinador da equipa visitante. A federação não gostou e puniu o árbitro.

O tempo era pouco. E a distância muita — quase 350 quilómetros por percorrer, ao volante de um carro. Mark Clattenburg, portanto, estava com pressa. Tanta que saiu do Hawthorns, estádio do West Bromwich Albion, em Inglaterra, sozinho. Quando as regras ditavam que devesse estar acompanhado. Aqui começaram os erros do árbitro internacional inglês. E tudo só para assistir a um concerto.
A FA, federação inglesa de futebol, revelou esta quarta-feira que o oficial, de 39 anos, não se vai equipar, colocar os cartões no bolso e pegar no apito na próxima jornada da Premier League. A razão: Clattenburg violou o Professional Game Match Officials Limited, regulamento que rege os árbitros profissionais do futebol inglês.
Primeiro, lá está, porque se deslocou de e para o estádio sozinho — as regras estipulam que a equipa de arbitragem designada para qualquer partida da Premier League se deva deslocar, em conjunto, em dia de jogo. Mas Clattenburg, para garantir que chegava a Newcastle, cidade localizada no Norte do país, a tempo de assistir ao concerto de Ed Sheeran — um cantor inglês, de 23 anos –, resolveu levar o próprio carro para West Bromwich.
E depois piorou as coisas. Como? Quando, já ao volante, pegou no telemóvel e arrancou uma chamada para Neil Warnock, treinador do Crystal Palace, equipa que jogara e empatara (2-2) com a equipa da casa, no encontro que Mark Clattenburg acabara de apitar. Outra infração: as regras dizem que o homem do apito só pode conversar com um responsável de uma equipa da liga caso esteja acompanhado pelos árbitros assistentes — ou caso a FA o tenha autorizado a fazê-lo.
Regras que servem para evitar que árbitros e dirigentes entrem em contacto em situações nas quais possa ser necessário existirem testemunhas, explicou o The Guardian. E não se trata de um árbitro qualquer — Mark Clattenburg é um oficial internacional da FIFA desde 2006. Na época passada, aliás, apitou o Juventus-Benfica, das meias-finais da Liga Europa e, já esta temporada, foi o árbitro escolhido pela UEFA para o jogo da Super Taça Europeia, entre Real Madrid e Sevilha.
Esta nem é a primeira vez que a polémica toca à porta de Clattenburg. Em novembro de 2012, por exemplo, John Obi Mikel, médio nigeriano do Chelsea, acusou-o de ter proferido insultos racistas. E, na última temporada, Adam Lallana, então no Southampton, mas que hoje já anda a jogar pelo Liverpool, queixou-se de ter sido insultado pelo árbitro.

Fonte: Observador

Martin Atkinson apita o Portugal-Argentina


É um árbitro da casa que vai apitar o Portugal-Argentina. O inglês Martin Atkinson foi designado para o encontro amigável que as duas selecções vão disputar, em Manchester, no dia 18 de Novembro.

É a terceira vez que o britânico encontr a selecção nacional, depois de ter apitado um jogo frente à Bósnia, no "play-off" de acesso ao Mundial 2010, e um amigável com o Brasil, em 2007.

Atkinson será auxiliado por Mike Mullarkey e Darren England. Lee Probert será o quarto árbitro. O jogo está agendado para 18 de Novembro, às 19h45, no Old Trafford, em Manchester.


Fonte: Renascença

Importante é haver amor...


Foto: Mais Futebol

terça-feira, 28 de Outubro de 2014

Blatter contra cartão branco proposto por Platini


Joseph Blatter, presidente da FIFA, mostra-se contra a ideia sugerida pelo seu homólogo da UEFA Michel Platini de introduzir no futebol um cartão branco para penalizar os protestos contra as decisões de arbitragem.

«Entendemo-nos muito bem com os cartões vermelhos e amarelos. Não há qualquer necessidade de introduzir o cartão branco. Não devemos fazer mudanças radicais», argumentou.

«Não faz sentido mudar por princípio as regras que existem desde 1886, mas devemos ser flexíveis sob o ponto de vista técnico», ressalvou Blatter.


Fonte: A Bola

Schalke-Sporting: UEFA não dá provimento à queixa leonina

A UEFA decidiu não dar provimento à queixa apresentada pelo Sporting, relativamente ao jogo com o Schalke, em Gelsenkirchen, da terceira jornada da Liga dos Campeões. O clube português acaba de resto de ser notificado desta decisão.
Recorde-se que o Sporting pediu a repetição do jogo ou, em contrapartida, receber a verba correspondente à vitória, com base na grande penalidade assinalada incorretamente em período de descontos, que deu a vitória à equipa alemã (4-3).
 A informação disponibilizada entretanto pela UEFA refere apenas que «o protesto apresentado pelo Sporting foi considerado inadmissível pelo Comité de Controlo, Ética e Disciplina».
Ao que o nosso jornal apurou, esta decisão foi baseada no artigo 50.2 do Regulamento Disciplinar, que diz que «os protestos não pode ser apresentados com base em decisões factuais do árbitro».

Fonte: Mais Futebol

sexta-feira, 24 de Outubro de 2014

APAF defende utilização "q.b." das novas tecnologias

O presidente da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) concorda com o uso das novas tecnologias no futebol, para apoio dos juízes.

Antes da entrada para uma reunião com Bruno de Carvalho, presidente do Sporting, em Alvalade, José Gomes concordou com a posição defendida pelos leões, em matéria de uso dos meios de auxílio aos árbitros.

"Há casos em que se deveria utilizar as novas tecnologias. É algo de positivo. É preciso uma utilização q.b. para não descaracterizar o futebol. Há situações em que devem ser usadas. Esperemos que isso seja um benefício para o futebol", afirmou o líder da APAF.


Fonte: Renascença

Eriksson: «Futebol português tornou-se mais sujo, mais corrupto»

A confissão de Eriksson de que o futebol português tornou-se “mais sujo, mais corrupto”, após o seu regresso ao Benfica em 1989/1990 é uma das muitas revelações que o técnico sueco faz na sua biografia que vai ser publicada em Portugal na próxima semana.

“Durante a minha ausência de cinco anos de Portugal, o futebol tornou-se mais sujo, mais corrupto. Havia muitos escândalos e muitas conversas sobre os árbitros. O FC Porto crescera e tornara-se poderoso”, pode ler-se em “Sven-Göran Eriksson – a minha história”.

Além do futebol, o antigo treinador dos encarnados recorda as mulheres que passaram pela sua vida e os fracassos financeiros ao longo das mais de 300 páginas. Memórias que chegam na próxima semana às livrarias portuguesas com a chancela da Livros D’Hoje, da Leya.

Fonte: Record

Futebol Americano: Sete árbitros não chegam


No futebol americano, desde 1999 que existe o recurso as imagens de televisão (instant replay) que pode ser utilizado pelo árbitro (que em campo tem nada menos do que 6 assistentes) como pelo treinador (“challenge”).

Em qualquer caso, o árbitro analisa a repetição da jogada em causa num tempo máximo de um minuto e a sua decisão será sempre definitiva, podendo manter a sua primeira versão ou alterar a mesma. No processo de visionamento das imagens, o árbitro conferencia por intercomunicador com um supervisor que se encontra numa cabina na parte superior do estádio.

O treinador tem direito a dois “challenges” por jogo, mas ao pedi-los usa um dos descontos de tempo a que tem direito. Só se a decisão lhe for favorável manterá o direito de usar o tempo de desconto.

Fonte: Record

As propostas para a arbitragem vistas por Pedro Henriques

O penálti assinalado por suposta mão na bola de Jonathan, que impossibilitou o Sporting de empatar na Alemanha, serviu para o clube fazer regressar à ribalta a discussão em torno de uma série de propostas que já apresentou para melhorar a arbitragem.

Esta semana, por exemplo, volta a falar disso no jornal do Sporting.

Ora o 
Maisfutebol teve acesso ao documento com as propostas que o Sporting enviou para a Federação, documento esse que o clube garante nunca ter sido discutido, e publica as principais sugestões da SAD leonina (o documento tem 22 páginas apenas referentes à questão da arbitragem). 

A essas propostas, de resto, acrescenta outra, que tem sido referida frequentemente pelos dirigentes leoninos: a introdução dos meios tecnológicos na arbitragem. 

Mas fez mais do que isso: foi ouvir um homem do meio. Neste caso Pedro Henriques, que dá a sua opinião sobre cada uma das principais propostas leoninas. 

O antigo árbitro internacional, e atual comentador da TVI para questões de arbitragem, concorda com a maioria das propostas do Sporting. Confira tudo: 

1. Profissionalização dos árbitros em regime de exclusividade 
O sistema de profissionalização que avançou através de um modelo piloto prevê que a arbitragem seja considerada como a atividade principal de um árbitro. O Sporting defende que o árbitro profissional deve dedicar-se em exclusivo, não podendo ter outra atividade: atualmente um árbitro tem de treinar quatro vezes por semana das 14 às 16 horas, pelo que acaba por ficar com tempo para ter uma atividade secundária. A proposta quer exclusividade, com árbitros bem pagos e bons prémios de desempenho. 

Opinião de Pedro Henriques: «O Sporting não está a propor nada de novo. O modelo de profissionalização que está a ser implementado prevê bons ordenados e bons prémios, ou acham que 2500 euros por mês e mil euros por jogo é pouco na realidade portuguesa? A única coisa nova é a exclusividade, mas o modelo do Vítor Pereira foi feito na perspetiva de caminhar exatamente para aí.»




2. Divulgação das notas, das alterações das notas e da classificação dos árbitros
O Sporting defende que a classificação dos árbitros integrados nas competições profissionais têm de ser mais transparentes e públicas, acrescentando que a transparência credibiliza a arbitragem e todo o processo de promoções e despromoções. Por isso defende a divulgação das notas e dos relatórios dos observadores, bem como o anúncio público dos casos de análise de arbitragens em que a Secção de Classificações pede a intervenção da Comissão de Análise e Recurso.

Opinião de Pedro Henriques: «Em teoria é excelente. Quanto mais transparência houver, melhor. O problema é quando as classificações são divulgadas semanalmente... Vai haver polémicas e críticas, por exemplo quando um árbitro pior classificado for nomeado para um jogo importante. Concordo com a divulgação das notas e das alterações das notas, tenho dúvidas em relação à divulgação do ranking dos árbitros.»
3. Despenalização de jogadores através de imagens televisivas
Atualmente as imagens servem para penalizar os jogadores que cometeram uma infração grave não vista pelo árbitro: fazem-no através de processos sumários e sumaríssimos. O Sporting propõe que as imagens televisivas possam também despenalizar os jogadores, sobretudo em cartões vermelhos mal mostrados, acrescentando que isso não seria mexer na soberania do árbitro dentro de campo, apenas permitiria corrigir erros de avaliação: até porque o Conselho de Disciplina decide os castigos com base nos relatórios do árbitro e o recurso para o Conselho de Justiça não suspende o castigo.

Opinião de Pedro Henriques: «Concordo. Desde que todos os jogos tenham o mesmo número de câmaras e o mesmo número de repetições. Concordo que faz sentido, mas tem de haver equidade e uniformização de critérios. Caso contrário os grandes até poderão ser mais prejudicados, porque os jogos deles são muito mais escrutinados.»

4. Sorteio dos árbitros 
Sporting defende que o árbitro de um jogo deve ser encontrado através do sorteio puro entre três equipas de arbitragem previamente designadas pelo Conselho de Arbitragem, tendo em conta a dificuldade do jogo, a classificação do árbitro e a colocação dos melhores oito árbitros no sorteio dos oito jogos de grau de dificuldade mais elevada, sendo no entanto que nenhum árbitro pode apitar mais do que três jogos de um mesmo clube por volta do campeonato.

Opinião de Pedro Henriques: «Discordo. Desafio o treinador do Sporting, do Benfica ou do FC Porto a fazer o onze para um jogo por sorteio... Um treinador escolhe o onze com base em critérios táticos, técnicos e físicos. Um árbitro é a mesma coisa. Os jogos não todos iguais. Quando cheguei à primeira divisão existia o sorteio e um dos meus primeiros jogos foi o Salgueiros-FC Porto. Eu já tinha 35 anos, mas um jogo destes pode matar a carreira de um árbitro jovem e inexperiente. É como eu sempre digo, as pessoas honestas não duvidam da honestidade dos outros...»



5. Sorteio dos observadores dos árbitros e nota dada pelos clubes aos árbitros.
Sporting considera que se as notas que os observadores dão, e consequentemente a classificação, dos árbitros continuam a determinar o estatuto dos mesmos, então os observadores devem ser sorteados. O clube introduz também a proposta de, na nota dos árbitros, ser considerada também uma avaliação dada por cada clube à arbitragem, através do delegado ao jogo e no prazo máximo de 24 horas após o jogo.

Opinião de Pedro Henriques: «Acho que a nomeação também é o melhor. Há observadores mais experientes do que outros e que lidam melhor com a pressão do que outros... Por princípio prefiro a nomeação, até porque um observador competente e um incompetente num sorteio têm o mesmo mérito. Mas aceito que sejam sorteados por uma questão de transparência. Quanto ao delegado do clube dar nota, completamente contra. Quem quer que uma pessoa que é «ignorante» na questão da arbitragem e que é influenciada pela questão clubística dê nota?  Se é para mudar, por que não se propõe que a nota do observador valha 50 ou 60 por cento e que uma comissão de análise que observa todos os jogos da jornada dê também uma nota que valha os restantes 50 ou 40 por cento?»

6. Registo de interesses dos dirigentes federativos e dirigentes de clubes.
Atualmente já existe o registo de interesses dos árbitros, nos quais estes têm de mencionar os imóveis que possuem, os bens móveis suscetíveis de registo e até a referência a empréstimos que possuam. O Sporting defende que também os dirigentes federativos e os dirigentes de clubes e SAD deviam ser obrigados a fazer um registo de interesses. Tanto este livro como o livro de registos dos árbitros seriam entregues no Instituto de Desporto.

Opinião de Pedro Henriques: «Muito bem. Concordo em absoluto. Quando fiz a minha declaração de registo de interesses, uma das questões que coloquei é por que os presidentes não fazem o mesmo. Não que os árbitros não queiram fazer o registo de interesses, não têm nenhum problema com isso, mas tem de existir entre todos os agentes da estrutura do futebol profissional uma igualdade de circunstâncias. Seria uma forma de aumentar a credibilidade e a transparência do futebol.»
Depois, claro, há a introdução dos meios tecnológicos. Aquele que tem sido o cavalo de batalha do Sporting neste caso, só poderá ser determinado pelo Internacional Board. No entanto o Maisfutebol, dada a relevância da proposta e a atualidade, inclui-a neste trabalho.
Introdução de meios tecnológicos na arbitragem
O Sporting defende a introdução de meios tecnológicos na arbitragem através de uma televisão ao dispor do quarto árbitro, o qual deve intervir apenas em decisões importantes e como auxílio para o árbitro. O Sporting argumenta não partilhar a ideia que o erro do árbitro é bem vindo porque apimenta o jogo, acrescentando que se deve lutar pela verdade desportiva. Nesse sentido, lembra que as ligas alemã e holandesa são favoráveis à introdução dos meios tecnológicos.

Opinião de Pedro Henriques: «Completamente de acordo. Em determinadas circunstâncias, particularmente em casos de grandes penalidades em que não há dúvidas ou segundas leituras, em casos de golos obtidos em fora de jogo e em casos de agressões evidentes, a questão do vídeo-árbitro seria para mim muito bem vinda.»

Fonte: Mais Futebol

Árbitros ameaçam com greve

A Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) disse hoje que Liga de Clubes falhou o pagamento de verbas em falta aos árbitros e admite agora, em último recurso, uma paragem dos campeonatos como forma de luta.

O presidente da APAF, José Fontelas Gomes, disse à agência Lusa que os árbitros esperavam receber, até à passada segunda-feira, 25 por cento dos salários e prémios relativos aos meses de julho e agosto, tal como tinha ficado acordado com o presidente da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP), Mário Figueiredo.

"[O acordo] Não foi cumprido. Não houve pagamento", disse Fontelas Gomes, acrescentando que faltam dez dias para a data em que os árbitros deveriam receber o mês de setembro. Nessa data, salientou, os árbitros esperam receber setembro por inteiro e os 25 por cento em falta.

Uma vez que a Liga falhou o acordo, Fontelas Gomes diz agora que os árbitros admitem "uma paragem de campeonato", uma expressão que utilizam para designar uma "greve" e que apenas contemplam como último recurso.

"A nossa postura leva-nos a resistir sempre a soluções de guerra no futebol. No entanto, uma paragem de campeonato é uma forma de luta que está sempre em cima da mesa".

A LPFP - atualmente em processo eleitoral - atravessa dificuldades financeiras. No início do mês, o presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Fernando Gomes, explicou que a Liga de clubes gasta 12 milhões de euros apenas com a organização das provas profissionais e a arbitragem e gera receitas de três milhões, pelo que tem um défice de exploração de nove milhões.


Fonte: Sapo Desporto

Vídeo: Árbitro mostra amarelo e vermelho ao mesmo tempo!!!


O jogo entre o Al Masry e o Al Nasr, do principal escalão egípcio, ficou marcado por um momento de grande atrapalhação do árbitro da partida. Após uma falta normal numa zona lateral, o juiz da partida correu para o jogador faltoso e mostrou-lhe... cartão amarelo e vermelho. 

Provavelmente com a pressa, o senhor foi ao bolso pegar num cartão e levantou dois. O jogador, desorientado, ficou alguns segundos sem saber se tinha sido expulso ou não. 

Não foi. 


quinta-feira, 16 de Outubro de 2014

Platini quer introduzir "cartão branco" e cinco substituições

O presidente da UEFA, Michel Platini, defende que as equipas de futebol possam fazer duas substituições além das três já permitidas em cada jogo, e também a criação de um "cartão branco" que suspenda um jogador por dez minutos.
Platini, antigo internacional francês, fez estas sugestões num livro - "Parlons Football" (ou "Falemos de Futebol", em português) - publicado hoje.
O presidente da entidade que gere o futebol na Europa quer que as equipas "possam fazer duas substituições ao intervalo, mas mantendo sempre a possibilidade de três [outras] substituições no decorrer do jogo".
"O jogo assim não sofreria a desvantagem das interrupções, mas apenas modificações. [...] As equipas têm plantéis numerosos que convêm ter isso em consideração", sublinhou.
Por outro lado, para lutar "contra a atual mania de contestar as decisões do árbitro", que está a tornar-se "uma verdadeira epidemia", Platini propõe "a criação de um cartão branco", para assinalar uma expulsão temporária de dez minutos no banco".
"Não confundir isto de maneira nenhuma com o cartão amarelo, que se destina às faltas durante o jogo", salientou Michel Platini.
No que toca ao papel dos árbitros, o presidente da UEFA quer que os dois "juízes" colocados por nas linhas de fundo possam entrar em campo, caso seja necessário. Platini também quer abolir o limite de idade dos árbitros.
Mais complexo é o conceito de evitar "a tripla penalização" - penálti, expulsão e posterior suspensão - para um jogador que cometa uma falta dentro da área quando já é o último defesa.
O presidente da UEFA considera que quando o último defensor comete uma falta, deve haver tratamento disciplinar distinto consoante a falta é dentro ou fora da área. Ou seja, dentro da área deve haver lugar a penálti e amostragem de cartão amarelo; no caso de a falta ser fora da área, então deve ser marcado livre direto e o jogador faltoso deve ser expulso.
Platini também gostaria de modificar o International Board, o órgão que regula as leis do jogo do futebol, e aceita ou rejeita eventuais alterações.
O responsável da UEFA diz que a composição do Board deve passar a incluir "antigos jogadores e técnicos de renome, sob a forma de uma Academia, com direito a quatro votos. Os membros atuais - oito representantes das associações de futebol britânicas - manter-se-iam como até aqui.
Fonte: Sapo

LPFP: Árbitros só receberam 75%...

Está a ser cada vez mais notória a incapacidade da Liga de Clubes para pagar o funcionamento da arbitragem, que só em prémios de jogo da 1.ª Liga gasta cerca de 150 mil euros por mês, sem contar com os salários de 2.500 euros por cada um dos sete árbitros do projeto profissional.

Relativamente ao mês de setembro, os árbitros do quadro profissional apenas receberam 75% dos prémios de jogo a que tinham direito, ficando a promessa de que o restante será cumprido “quando possível”. Esta é uma situação que se poderá agravar pois, como se sabe, a Liga está de novo em processo eleitoral.

Recorde-se que Mário Figueiredo fez um grande esforço desde o início da época no sentido de manter em dia o pagamento aos árbitros, cumpridos logo que os clubes pagaram as inscrições de jogadores.


Fonte: Record

terça-feira, 14 de Outubro de 2014

Jorge Sousa apita Porto - Sporting da Taça de Portugal


O encontro que marca a 3ª. eliminatória da Taça de Portugal, a partida entre dois grandes FC Porto-Sporting, vai ser dirigida pelo árbitro Jorge Sousa. A nomeação foi avançada ao final da manhã pela RTP Informação.

O jogo está marcado para dia 18 deste mês (sábado) no Estádio do Dragão e ditará o afastamento de um grande da competição.

Jorge Sousa, árbitro da AF Porto, mereceu a confiança do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) para apitar o jogo principal da 3.ª eliminatória, apesar de ainda só ter arbitrado um jogo esta época.

Refira-se que, o melhor juiz do ano de 2012 esteve impedido de apitar por ter chumbado nos testes escritos no início da temparada. Após repetição do teste, a que passou, na semana passada dirigiu o Leixões - Académico de Viseu.

Fonte: Notícias ao Minuto

segunda-feira, 13 de Outubro de 2014

Chipre: associação dos árbitros atingida por bomba


Uma bomba explodiu na sede da associação de árbitros de Chipre, nesta segunda-feira.
De acordo com a polícia cipriota, a bomba rebentou por volta das 3h30 da manhã e causou danos materiais no edifício.

É o segundo ataque à classe no espaço de um mês, depois de uma outra ter atingido a casa de um árbitro assistente, em Limassol. Refira-se que já no início do ano, o mesmo método foi usado para causar danos no veículo de um árbitro internacional do Chipre.

Fonte: Mais Futebol