
“Estou muito arrependido pela minha “explosão” depois da expulsão. Indignei-me porque me senti impotente já que a falta não era minha, mas nada justifica a minha reacção posterior. Quero pedir perdão ao árbitro e ao seu auxiliar por ter ficado de cabeça quente e ter dito coisas de que me arrependo”, disse o jogador luso em declarações publicadas na página oficial do Valência.
Recorde-se que, no final do encontro, o árbitro Clos Gómez mencionou no seu relatório que Miguel insultou e ameaçou de morte o seu auxiliar, depois de ter sido expulso no último minuto da partida.
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