quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Vídeo: Jurgen Klopp não gosta de Quartos-Árbitros

Jurgen Klopp, treinador do Dortmund, já foi expulso esta temporada por Pedro Proença na Liga dos Campeões, quando em Nápoles teve um "pequeno" desentendimento com o quarto árbitro português Venâncio Tomé.

Desta feita, foi por manifesto azar que o treinador do Borússia de Dortmund teve um "problema" com outro quarto árbitro, desta vez quando tentava devolver a bola no decorrer do Schalke 04-Borússia Dortmund.


Veja o vídeo:




Recorde a expulsão em Nápoles:


quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Proença, Benquerença, Soares Dias, Jorde Sousa e Duarte Gomes: Primeiros árbitros profissionais portugueses


A nova vida da arbitragem portuguesa sob o modelo da profissionalização inicia-se no dia 5 de novembro (terça-feira) com o primeiro treino do lote de árbitros inseridos neste regime.
Pedro Proença, Jorge Sousa, Artur Soares Dias, Duarte Gomes e Olegário Benquerença são os nomes já confirmados, segundo avança o jornal Record, com os treinos a realizarem-se às terças e quintas, sempre que for possível face aos jogos europeus.


Estes árbitros passarão a ter uma remuneração fixa acrescida dos prémios de jogo, faltando apenas definir o regime a ser adotado em relação aos árbitros assistentes. 

Fonte: Sapo Desporto



segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Vídeo: Árbitro invalida golo em nome do Fair Play

E se um jogador mandasse o «fair play» às malvas, mas o árbitro não deixasse? Aconteceu este fim de semana em Inglaterra, no Norwich-Cardiff. Com 0-0 no marcador, no último minuto. O protagonista é Leroy Fer, numa história que começa em Ricky Van Wolfswinkel. 

Fer diz que, como é holandês e chegou esta época à Premier League, não conhecia o código de desportivismo que manda devolver a bola ao adversário quando este a chuta para fora para que um jogador seja assistido. Por isso, quando Wolfswinkel, que também é holandês e chegou agora a Inglaterra, fez o lançamento e a bola lhe foi parar aos pés, Fer rematou. E fez a bola entrar na baliza vazia. À partida, o golo devia valer, embora o fair play dissesse o contrário. Mas, quando as coisas prometiam aquecer, com os jogadores do Cardiff em peso a rodearem Fer, o árbitro Mike Jones atalhou o assunto. Disse que não tinha mandado reatar o jogo, pelo que o golo não valia.

Deixou Fer baralhado. «Olhei para o árbitro e ele deu a indicação para jogarmos, com as mãos. Fiquei um pouco confuso. Queria marcar porque queria ganhar o jogo», começou por explicar o médio holandês que o Norwich contratou no defeso ao Twente. «Mas depois o árbitro disse que não apitou, por isso o jogo não podia contar. Mas normalmente não se apita para um lançamento, por isso é que eu marquei.»

O jogador tem razão? O árbitro podia ter feito o que fez? Em condições normais o juiz não tem de apitar num lançamento, mas tinha havido uma lesão e, além disso, Mike Jones tem margem de manobra para se «defender». Quem o diz é o antigo árbitro Pedro Henriques.

«Após uma substituição ou uma lesão com assistência, não sei se foi o caso, o árbitro para reatar o jogo tem que usar o apito», explica Pedro Henriques ao Maisfutebol, acrescentando que, de qualquer modo, o árbitro «pode dizer que não estavam reunidas as condições» para que o jogo fosse retomado e, por isso, mandar repetir o lançamento. A questão pode tornar-se mais complexa, acrescenta Pedro Henriques, se se confirmar que o árbitro deu mesmo indicação para que fosse feito o lançamento.

As imagens não são totalmente claras. Parece haver de facto um gesto de Mike Jones, antes de Van Wolfswinkel se dirigir à linha para fazer o lançamento. Depois vê-se o antigo avançado do Sporting a atirar a bola para dentro do campo com uma expressão de contrariedade, como se tivesse percebido naquele momento que aquela bola não era para a sua equipa aproveitar. Ricky Van Wolfswinkel tinha entrado minutos antes e, tal como Fer e toda a equipa do Norwich, queria ganhar o jogo. Depois, vê-se Leroy Fer a rematar e a ser imediatamente rodeado pelos adversários. 

Mike Jones ainda não falou sobre o assunto. Mas, mesmo que o árbitro tenha recorrido a um subterfúgio para defender o desportivismo, o caso pode ficar assim. Pelo menos no que depender do Norwich, que não deve fazer mais ondas. O treinador do Cardiff, Malky Mackay, até veio dizer no final que logo que se deu o lance o treinador do Norwich, Chris Hughton, bem como o seu adjunto, Colin Calderwood, se tinham oferecido para deixar o adversário marcar se o golo tivesse sido validado.

Na verdade, Hughton não confirmou esta «oferta». No final do jogo o treinador do Norwich, que durante a partida foi muito criticado pelos adeptos pelas suas opções e substituições, até chegou a dizer que ia tentar esclarecer a situação do ponto de vista dos regulamentos. Mas, mais tarde, também disse que não queria ganhar com um golo assim: «Não tenho problemas com a forma como as coisas ficaram. Foi estranho, muito estranho. Não é forma de ganhar um jogo.»

A atitude do árbitro foi elogiada por vários comentadores em Inglaterra. E sobretudo pelo treinador do Cardiff. «Prevaleceu o bom senso. Às vezes isso tem que prevalecer sobre as regras. Se não ia ser uma palhaçada», disse Malky Mackay.

O treinador do Cardiff acha que Mike Jones fez o que devia fazer para manter a boa imagem do futebol inglês. «Há muito respeito pelas pessoas neste jogo, e isso pode perder-se rapidamente. Toda a gente no estádio, tirando o rapaz (Fer) ficou chocada. Teria sido um final horrível para o jogo. Ter-se-ia reflectido de forma muito má no nosso campeonato, que é tido em alta consideração por todo o mundo.»

Quanto a Fer, depois de passada a perplexidade lá disse que aprendeu a lição de «fair play: «Queria marcar, queria ganhar o jogo, queria ganhar o jogo. Na Holanda, se atirarem a bola fora e quisermos continuar a jogar, continuamos a jogar. Vejo agora que é diferente em Inglaterra. Para a próxima vez devolvo a bola ao guarda-redes.»

Veja aqui o lance:

sábado, 26 de outubro de 2013

Atenção! Mudança da Hora

RefereeTip relembra que esta noite tem início o período de "Hora de Inverno".

Assim, os relógios irão ser atrasados de 60 minutos às 2h00 da madrugada de Domingo em Portugal continental e na Região Autónoma da Madeira, passando para a 1h00.
Na Região Autónoma dos Açores a mudança será feita à 1h00 da madrugada de Domingo, dia 28 de Outubro, passando para a meia-noite (00h00).

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Vídeo: Entrada para cartão... sobre treinador adversário!

Seria, provavelmente, falta para vermelho se... fosse falta. Lee Johnson, treinador do Oldham, clube que participa na terceira divisão inglesa, foi  derrubado pelo médio dos Wolves, James Henry. O jogo terminou com a vitória do Oldham por 2-0. Johnson mostrou fair-play, apertando a mão ao jogador, apesar de ter ficado, certamente, um pouco dorido com a queda.



Fonte: IOL

Oficial: Soares Dias dirige clássico do Dragão


O Conselho de Arbitragem (CA) da Federação Portuguesa de Futebol (FPF) confirmou, esta sexta-feira, a nomeação de Artur Soares Dias para dirigir o clássico de domingo, entre FC Porto e Sporting (19h45).

O árbitro da AF Porto, tal como Bola Branca tinha revelado, será auxiliado por Rui Licínio e Bruno Rodrigues, ao passo que Rui Costa será o quarto árbitro.

Ainda no domingo, mas antes do embate entre o primeiro e o segundo classificados da Primeira Liga, o Benfica recebe o Nacional. O encontro, agendado para as 17h15, será arbitrado pelo bracarense Jorge Ferreira. Os assistentes designados são Inácio Pereira e Cristóvão Moniz.


Primeira Liga
Nomeações da 8ª Jornada
Sexta-feira, 25 de Outubro de 2013
20h15
Sporting de Braga-Académica, Olegário Benquerença (AF Leiria)
Sábado, 26 de Outubro de 2013
16h00
Olhanense-Arouca, Rui Silva (AF Vila Real)
18h00Rio Ave-Gil Vicente, Manuel Oliveira (AF Porto)
20h15Vitória de Setúbal-Belenenses, Cosme Machado (AF Braga)
Domingo, 27 de Outubro de 2013
17h15
Benfica-Nacional, Jorge Ferreira (AF Braga)
19h45FC Porto-Sporting, Artur Soares Dias (AF Porto)
20h15Marítimo-Estoril, Carlos Xistra (AF Castelo Branco)
Segunda-feira, 28 de Outubro de 2013
20h15
Paços de Ferreira-Vitória de Guimarães, Marco Ferreira (AF Madeira)

Fonte: Renascença

Profissionalização dos árbitros abre guerra na FPF


Os árbitros assistentes estão contra a forma como a profissionalização do setor está a ser levada a cabo pela FPF, apurou o CM. A contestação estende-se também aos não internacionais, que consideram "injusto" o processo que está a ser seguido pelo organismo liderado por Fernando Gomes.
De acordo com as fontes contactadas, "não entendem" como é que até ao final da época vão ser avaliados de igual forma os cinco árbitros que devem avançar para o profissionalismo: Pedro Proença, Artur Soares Dias, Duarte Gomes, Jorge Sousa e João Capela. "Ficam a ganhar mais, têm todas as condições para melhorar as suas prestações e são avaliados da mesma forma que os restantes? Não acho justo. Não pode haver árbitros de primeira e outros de segunda", observou um árbitro, que pediu para não ser identificado.
Fonte: CM

Harlem Shake de árbitros...

E que tal um HARLEM SHAKE de árbitros?...

Vídeo: Árbitro agride jogadores e não poupa nos vermelhos

Este árbitro não tem paciência para a pressão dos jogadores e decidiu agredir um deles antes de começar a distribuir cartões vermelhos. Aconteceu no Kuwait e os elementos do Alnaser não foram poupados. Um levou um soco e caiu redondo no chão. Seguiram-se algumas expulsões, até no banco de suplentes. Mais tarde, o árbitro ainda levou uma bolada e teve de mostrar novamente o vermelho. Não lhe deve ter custado muito.



Fonte: Mais Futebol

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Video: Canto original acaba em golo, mas árbitro não aceita

Depois de uma semana marcada pelo golo fantasma do Bayer Leverkusen, mais um caso de difícil apreciação, mas ao contrário, uma vez que este acabou em golo e não valeu. Aconteceu na Escócia, no decorrer da derrota caseira do Inverness diante Patrick Thistle (1-2), na sequência de um pontapé de canto, no mínimo, original, mas que não foi compreendido ou aceite pela equipa de arbitragem. 

Ross Draper está junto à bandeirola e, simulando que está a ajeitar a bola, informa o auxiliar que já marcou o pontapé de canto, discretamente, com um pequeno toque, mas depois afasta-se e deixa a bola para Aaron Doran com quem troca algumas palavras. Longe, na área, toda a gente espera pelo habitual cruzamento, mas Doran sai a jogar com a bola e, perante a estupefação de toda a gente, ganha uns metros e cruza para o segundo poste. O lance prossegue e o próprio Doran acaba por marcar.

Depois foi a confusão com toda a gente a correr para o auxiliar. «Como é que ele pode ter saído a jogar?» Era a pergunta que estava na cabeça da maioria. É que o toque de Draper nem saiu do quarto de círculo, mas também é verdade que o auxiliar não levantou a bandeirola a denunciar a alegada infração.

Maisfutebol, aproveitando a presença de Pedro Henriques na redação, procurou mais esclarecimentos. Para o antigo árbitro não há dúvidas, o golo é legal. «As leis mudaram, antigamente, num pontapé de canto, a bola precisava de percorrer a distância do seu perímetro, mas agora precisa apenas de movimentar-se. Além disso, o árbitro auxiliar está em cima do lance e nada assinala. Se houvesse alguma infração teria de levantar de imediato a bandeirola e não o fez», explicou.



Fonte: Mais Futebol

domingo, 20 de outubro de 2013

Hermínio Loureiro manifesta «confiança» no Conselho de Arbitragem

O vice-presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Hermínio Loureiro, afirmou hoje que tem «total confiança» no Conselho de Arbitragem do organismo e desvalorizou as críticas do líder da Liga Portuguesa de Futebol Profissional.

«Tenho total confiança do Conselho de Arbitragem. Neste momento, tem todas as condições para poder fazer o objetivo do profissionalismo com tranquilidade e sem nenhum problema», afirmou Hermínio Loureiro aos jornalistas, no final das Jornadas comemorativas dos 10 anos da Desporto&Direito - Revista Jurídica do Desporto, na Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa.
Na quarta-feira, o presidente da Liga, Mário Figueiredo, teceu duras críticas ao Conselho de Arbitragem da FPF, acusando o organismo de ser "pouco transparente" e de ter regressado aos «tempos da monarquia».
Hoje, Hermínio Loureiro desvalorizou as declarações do também vice-presidente da FPF e preferiu realçar o processo de profissionalização da arbitragem, que deverá numa primeira fase está concluindo no final desta temporada.
«Temos falado com a Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol para que se concretize essa ambição e julgo que estão reunidas as condições para isso acontecer. É um sonho de muitos anos, é um compromisso eleitoral de Fernando Gomes (presidente da FPF) e estas coisas acontecem com toda a naturalidade», reforçou.

Fonte: Futebol 365

domingo, 13 de outubro de 2013

Profissionalização dos árbitros deve avançar em breve


O projeto-piloto da profissionalização dos árbitros deve avançar ainda esta época desportiva, revelou hoje, em Alcobaça, o vice-presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), Hermínio Loureiro.
À margem da quinta edição do Fórum de Arbitragem, que decorre durante o dia de hoje em Alcobaça, Hermínio Loureiro admitiu que a profissionalização dos árbitros deverá avançar "muito brevemente".
"Todos os processos de alteração com algum significado demoram sempre um pouco a começar. Já passámos um processo de discussão e de maturação desse objetivo [profissionalização], portanto temos rapidamente que concretizá-lo", referiu o vice-presidente da FPF, acrescentando que "a decisão do 'timing' será do Conselho de Arbitragem".
Segundo Hermínio Loureiro, a direção da FPF, a Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol e o Conselho de Arbitragem estão "a procurar encontrar os mecanismos necessários para que o início desse projeto seja concretizável o mais rapidamente possível", sublinhou ainda o dirigente.
Hermínio Loureiro disse ainda que, "neste momento, aquilo que existe é o compromisso e o objetivo da FPF em criar condições ao Conselho de Arbitragem para concretizar aquele que foi um dos compromissos eleitorais da equipa de Vítor Pereira [presidente do Conselho de Arbitragem]" e é isso que "tem vindo a ser trabalhado em colaboração com a APAF".
O dirigente frisou que existe uma "vontade inequívoca no setor da arbitragem em experimentar o profissionalismo". Apesar de ter "consciência" do "contexto económico", Hermínio Loureiro considerou que será sempre uma "uma experiência-piloto para ser avaliada no final da época desportiva".

Fonte: DN