terça-feira, 25 de julho de 2017

Árbitros iniciaram estágio no Luso

Os árbitros e assistentes da Categoria C1 iniciaram esta terça-feira o primeiro estágio da temporada 2017/18.


A abertura foi feita pelo presidente do Conselho de Arbitragem da FPF, José Fontelas Gomes, que destacou, entre outros pontos, o investimento feito pela FPF, nomeadamente quanto ao vídeo-árbitro e à melhoria das condições de trabalho.
Seguiu-se uma aula de nutrição, acompanhada de indicações sobre o aumento do nível de exigência física para a nova época. Foram ainda fornecidas indicações sobre a forma como será agora feita a avaliação do desempenho. Finalmente, realizaram-se as provas físicas, cuja exigência foi cumprida por todos, à exceção de Vasco Santos (lesão) e Nuno Roque.
Este estágio decorre até domingo, no Luso, não estando prevista qualquer atividade destinada aos órgãos de Comunicação Social. Estão concentrados 20 árbitros e 44 assistentes, uma vez  que a equipa composta por Tiago Martins, André Campos, Rui Teixeira e Bruno Esteves se encontra num jogo internacional, devendo integrar o estágio na quinta-feira.

Fonte: FPF

terça-feira, 20 de junho de 2017

Desafios de 60 minutos e cartões também para os treinadores: vêm aí propostas de alteração às Leis do Jogo

O International Board, o órgão responsável pelas regras do futebol, preparou um documento denominado Play Fair no qual propõe várias mudanças. Entre elas, está alteração do tempo de jogo, o qual propõe reduzir para 60 minutos úteis (duas partes de 30), parando o relógio quando o desafio estiver interrompido, tal como, por exemplo, acontece no futsal.

O documento, dado a conhecer este domingo na Rússia, onde está a realizar-se a Taça das Confederações, pretende cumprir três objetivos: melhorar o comportamento dos jogadores e aumentar o respeito; aumentar o tempo útil do jogo; desenvolver a justiça e a atratividade.

A FIFA, presidida por Gianni Infantino, que terá uma palavra a dizer, tem em conta a insatisfação dos adeptos, que só muito raramente conseguem ver um jogo com mais de uma hora de útil. O Rússia-Nova Zelândia, por exemplo, teve apenas 47 minutos de tempo útil.

«Muitas pessoas estão bastante frustradas, porque uma partida típica de 90 minutos tem menos de 60 minutos úteis. A nossa estratégia propõe medidas para reduzir o desperdício de tempo e acelerar o jogo», lê-se no
Play Fair.
O International Board dividiu as propostas em três categorias: as que podem ser implementadas imediatamente, as que estão prontas para testes; e as que precisam de ser discutidas.

Outras propostas:

— Que na marcação dos
penalties não seja possível fazer a recarga, fazendo com isso com que deixe de haver invasão da área no momento da marcação;

— Que seja permitido marcar um pontapé de baliza com a bola a rolar;

— Que seja possível mostrar cartões amarelos e vermelhos também aos treinadores;

— Que seja permitido que um jogador marque faltas, cantos ou pontapés de baliza para ele mesmo, sem que seja preciso a bola tocar noutro jogador para continuar em jogo.

Fonte: A Bola

quinta-feira, 15 de junho de 2017

UEFA promove Tiago Martins

Tiago Martins, da Associação de Futebol de Lisboa, foi promovido à 2.ª categoria de árbitros da UEFA, passando a integrar o grupo de Hugo Miguel e Carlos Xistra.

Na lista divulgada pelo organismo que tutela o futebol europeu, Artur Soares Dias e Jorge Sousa mantêm-se como árbitros de 1.ª categoria.

Segundo informou a Federação Portuguesa de Futebol, Fábio Veríssimo, Sérgio Piscarreta, João Capela, Luís Godinho e João Pinheiro permanecem no terceiro grupo.

Sílvia Domingos, árbitra da AF Setúbal, foi promovida à 2.ª categoria, sendo que Ana Aguiar, da AF Lisboa, permanece no 3.º grupo.

No futsal, Eduardo Coelho mantém-se como árbitro de Elite, enquanto Nuno Bogalho integra a 1.ª categoria. Miguel Castilho e Ruben Guerreiro encontram-se no 2.º grupo.

Fonte: A Bola


sexta-feira, 9 de junho de 2017

Duarte Gomes escreve sobre as leis do jogo. Lei 13

Como sabem, os pontapés livres direto (LD) ou indireto (LI) são concedidos à equipa que sofra uma infração ou falta punida, por lei, como tal.

No caso dos livres indiretos, o sinal do árbitro é evidente: ele deve levantar - na vertical - um dos seus braços, para indicar a jogadores, técnicos e público que daquele pontapé não pode resultar um golo, através de remate direto à baliza adversária.

Ou seja, o braço no ar significa que a falta/infração deve recomeçar com LI.

O árbitro só o deve baixar quando a bola tocar num qualquer jogador ou sair do terreno.
Nota - Se, por distração, o árbitro esquecer-se de levantar o braço num LI e a bola entrar diretamente na baliza adversária, o golo não deve ser validado.

Esse "erro" do árbitro não legitima um golo que não devia ter ocorrido daquela forma. Nesse caso, o LI deve ser repetido.

Por outro lado, se o árbitro levantar o braço e o golo for obtido diretamente na baliza adversária, aí o jogo deve recomeçar com pontapé de baliza. Não conta na mesma, porque a bola tinha que tocar antes em alguém. É como se o remate fosse feito diretamente para lá da linha de baliza do adversário.

Se o LI for pontapeado para trás e a bola entrar diretamente na própria baliza, será assinalado pontapé de canto. O princípio é exatamente o mesmo.

Os postes, a barra, as bandeirolas de canto ou o árbitro não contam. Nos LI a bola tem que mesmo que tocar em jogadores.

Percebido?

Agora o local onde recomeçam os pontapés livre.
Por regra, é onde a falta/infração foi cometida. Mas há várias exceções. Deixamos aqui apenas duas delas:
  • O livres a favor da equipa que defende, dentro da sua área de baliza, pode ser marcado em qualquer ponto dessa área;
  • Os livres que resultem da saída, entrada ou reentrada de jogadores sem autorização do árbitro, recomeçam no local onde a bola se encontrava quando o jogo foi interrompido.
Como referi, há mais exceções. Ficaram as mais relevantes.

Quanto à bola, ela tem que estar imóvel e, para entrar em jogo, deve mover-se claramente.
A exceção é quando o livre é favorável à equipa defensora, dentro da sua área: aí a bola só entra em jogo quando sair da área de penálti, para dentro do terreno de jogo.

Os adversários devem, nesse momento, estar todos a pelo menos 9.15m da bola (ou fora da área de penálti, na exceção anterior).

Agora duas curiosidades na marcação de pontapés livre:
  1. Um jogador pode executa-lo, levantando a bola para o colega, com um ou ambos os pés em simultâneo;
  2. Um jogador pode também jogar a bola contra um adversário para prosseguir a sua jogada, desde que essa ação não seja imprudente, negligente ou com força excessiva.

Agora, as infrações

Se, na execução de um livre, um adversário não estiver à distância regulamentar, o livre deve ser repetido (a menos que haja lugar à lei da vantagem).
O jogador deve ser advertido, se o árbitro considerar que esse ato foi deliberado, para retardar o recomeço de jogo.
Por outro lado, se um jogador quiser executar um livre rapidamente e um adversário entretanto o intercetar, a partida deve prosseguir.

Nota final

Se um jogador der um segundo toque após ter executado o pontapé livre, a sua equipa deve ser punida com LI no local onde cometeu a infração.
No entanto, se esse segundo toque for com a mão, a punição passa a ser livre direto ou então pontapé de penálti (caso ele seja um jogador defensor e o tenha feito dentro da sua área de penálti).

Ficou aqui o essencial da Lei 13.

Para a semana, falaremos de pontapés de penálti. Combinado?

Boa semana.

Se quiser ler sobre as outras leis poderá fazê-lo aqui:


quinta-feira, 8 de junho de 2017

Fontelas Gomes integra comité de arbitragem da UEFA

O presidente do Conselho de Arbitragem da FPF foi nomeado para integrar o comité da UEFA. Fontelas Gomes revela que é o "reconhecimento" do trabalho que se faz na arbitragem portuguesa. 

                                          
                                

José Fontelas Gomes, Presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol, foi esta quinta-feira nomeado para integrar o comité de arbitragem da UEFA.

A decisão foi tomada pelo Comité Executivo da UEFA, reunido em Cardiff, sendo que o dirigente mantém o cargo de presidente do CA da FPF.

Fontelas Gomes não esconde a satisfação e destaca o significado desta nomeação para arbitragem e o futebol português: “Esta nomeação para o Comité de Arbitragem da UEFA deixa-me naturalmente satisfeito, sobretudo pelo que representa para a arbitragem e para o futebol português”, revelou.

O presidente do CA realça ainda o papel da FPF e de toda a arbitragem: "Encaro este passo com enorme responsabilidade e como resultado do trabalho que todos nós – Federação, Conselho de Arbitragem e árbitros – temos feito em prol do setor. É também o reconhecimento do nosso empenho no desenvolvimento da arbitragem, de que é exemplo mais recente o trabalho que está a ser feito na introdução do vídeo-árbitro, área em que a FPF tem sido pioneira no Mundo", acrescentou.

Para finalizar, Fontelas Gomes sublinhou ainda que esta decisão é um reconhecimento do trabalho que se faz em Portugal: "Tal como acontece em outros setores, esta nomeação significa que a UEFA reconhece nos portugueses capacidade para contribuir para o desenvolvimento do futebol no espaço europeu", concluiu.

Fonte: FPF

APAF apresenta queixa contra diretor de comunicação do FC Porto

Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol reagiu através de comunicado à revelação de um alegado "esquema de corrupção" por parte de Francisco J. Marques.


A Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) já reagiu às acusações de corrupção por parte de Francisco J. Marques, diretor de comunicação e informação do FC Porto, que divulgou o alegado conteúdo de uma suposta troca de e-mails entre o ex-árbitro Adão Mendes e Pedro Guerra, diretor de conteúdos da BTV, falando de um "esquema de corrupção de árbitros para favorecer o Benfica".

Fonte: O Jogo

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Final feminina com vídeo-árbitro

Futebol Fem. - Taça de Portugal Allianz 


                  

Sandra Bastos dirige o encontro decisivo entre Sporting CP e SC Braga. Fábio Veríssimo e Tiago Martins serão os vídeo-árbitros.

                                                   
A árbitra Sandra Bastos, da Associação de Futebol de Aveiro, irá dirigir o encontro decisivo da Taça de Portugal Allianz entre Sporting CP e SC Braga, agendado para domingo, às 17h15, no Estádio Nacional. A revelação foi feita esta quinta-feira pelo Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol. 
A última vez que Sandra Bastos pisou o Jamor como árbitra principal foi em junho de 2014, na final disputada por CF Benfica e Ouriense (0-1). A juíza aveirense será auxiliada por Olga Almeida, da AF Viseu, e Vanessa Gomes, da AF Lisboa. A árbitra Teresa Oliveira, da AF Braga, desempenhará funções de quarto-árbitro.
Depois da final masculina, a Final da Taça de Portugal de Futebol Feminino Allianz será o segundo jogo decisivo de provas nacionais a recorrer oficialmente ao vídeo-árbitro. Para essa missão, o Conselho de Arbitragem escolheu os árbitros internacionais Fábio Veríssimo e Tiago Martins.

Fonte: FPF

terça-feira, 30 de maio de 2017

Hugo Miguel partilha a experiência de apitar a final da Taça de Portugal com apoio de vídeo-árbitro.

Hugo Miguel, árbitro que arbitrou a última edição da Taça de Portugal e primeira com recurso ao vídeo-árbitro, falou da experiência que teve com este meio que será usado na Liga na próxima época.


Veja o vídeo:




Fonte: FPF

sábado, 27 de maio de 2017

Árbitros da final comentam vídeo-árbitro

Taça de Portugal Placard 

                  
Hugo Miguel, árbitro do SL Benfica-Vitória SC, e os dois vídeo-árbitros, Jorge Sousa e Artur Soares Dias, comentam a introdução da nova tecnologia. 
                                                  
Jorge Sousa e Artur Soares Dias, árbitros da AF Porto, foram nomeados pelo Conselho de Arbitragem da FPF para o papel de vídeo-árbitros na estreia da tecnologia em modo "live", agendada para as 17h15 de domingo, no Estádio Nacional.

Hugo Miguel, da AF Lisboa, será o juiz de campo no SL Benfica-Vitória SC que determinará o vencedor da Taça de Portugal Placard.

Os três árbitros falaram à FPF 360 TV sobre a experiência para a qual treinam há vários dias na Cidade do Futebol, em Oeiras:



domingo, 21 de maio de 2017

Duarte Gomes escreve sobre as leis do jogo. Lei 12 (II)

Exploramos hoje a parte final da Lei 12, que como se recordarão, refere-se a faltas e incorreções.

Nela cabem as definições técnicas e disciplinares da maioria das questões que são sancionadas no futebol.

Hoje olharemos, em particular, para aspetos de ordem disciplinar.

Primeira pergunta: os cartões servem para quê?

Bem, o amarelo para comunicar uma advertência (uma espécie de primeiro aviso ao jogador e à sua equipa) e o vermelho para informar que haverá expulsão.

Para que conste, apenas jogadores efetivos, substituídos ou suplentes podem "ver" cartões. Os técnicos não (recebem ordem de expulsão se tiverem claro comportamento irresponsável).

O poder disciplinar do árbitro começa desde que entra no terreno de jogo (para a sua inspeção inicial, antes do início da partida) até ao momento em que o abandona (após o apito final).

Se um qualquer jogador cometer uma ação passível de expulsão no momento em que o árbitro estiver a vistoriar as condições do terreno (por exemplo, se o ofender ou insultar), o árbitro deve impedi-lo de participar na partida (aí não mostra cartão, obviamente). É, digamos, um poder exercido pela autoridade que as leis de jogo lhe conferem. Aliás, desde que entra nas instalações até que as abandone, pode agir disciplinarmente em casos que justifiquem ação direta ou mera menção no seu relatório de jogo.

Falemos agora da lei da vantagem.

Sempre que o árbitro a conceda e a infração tenha sido passível de advertência ou expulsão, o respetivo cartão será exibido na interrupção seguinte.

No entanto, a lei sugere (quase impõe) que a vantagem não deve ser aplicada em casos de falta grosseira ou conduta violenta (vermelho) ou em lances que originem uma segunda advertência, a menos que se trate de uma clara oportunidade de golo.

Todavia e neste caso, se o infrator que tiver de ser expulso, disputar entretanto a bola ou interferir com um adversário, o árbitro deve interrompido de imediato o jogo. A partida recomeçaria então com livre indireto.

Agarrão "continuado"

Se um defensor começar a agarrar um adversário fora da sua área mas só o largar dentro, será punido com pontapé de penálti. Esta é a única exceção à regra, uma vez que todos os lances desta natureza devem ser punidos no início da ação.

Infrações passíveis de advertência (amarelo):
  • Retardar o recomeço de jogo; manifestar desacordo por palavras ou atos; entrar/reentrar deliberadamente ou sair do terreno de jogo sem autorização ou sair; não respeitar a distância nos pontapés de canto, nos livres ou lançamentos laterais; infringir com persistência; tornar-se culpado de comportamento anti-desportivo
Na questão do "comportamento anti-desportivo" cabem muitas situações.

Por exemplo, simular uma lesão ou fingir ser vítima de uma falta inexistente, cometer com negligência faltas passíveis de livre direto/penálti, cortar ataque prometedor do adversário, tentar marcar golo com a mão, etc.

Falemos agora de outro momento:

Celebração de golos

Os festejos são naturais e permitidos, desde não sejam excessivos ou que não conduzam a perdas deliberadas de tempo.

Ao celebrar um golo, um jogador será advertido se: trepar as vedações; fizer gestos provocatórios, inflamatórios ou de gozo; tirar a camisola ou cobrir a cabeça com ela; cobrir a cara com uma máscara ou algo parecido.

Outra nota agora:

Retardar recomeço jogo

Há várias formas de retardar intencionalmente o reinício de uma partida e todas são punidas com advertência.

Por exemplo, simular efetuar um lançamento lateral e de repente deixar a bola para um colega, demorar a sair do terreno numa substituição ou executar o livre num local errado para forçar o árbitro a ordenar a repetição, etc.

São muitas e requerem alguma inteligência (malandrice), mas os árbitros devem estar atentos e punir, com severidade, sem hesitar.

Falemos agora das infrações passíveis de expulsão
  • Impedir o adversário de marcar um golo ou anular clara oportunidade, tocando a bola com a mão;
  • Anular clara oportunidade de golo, cometendo sobre o adversário uma infração passível de livre direto ou penálti: aqui a exceção é quando a falta é cometida dentro da área e em que o defensor tente claramente jogar ou disputar a bola. Nesse caso, ele será apenas advertido, devido ao fim da chamada "tripla penalização".
  • Tornar-se culpado de falta grosseira (trata-se de qualquer infração que ponha em perigo a integridade física de um adversário ou que envolva o uso de força excessiva ou brutalidade);
  • Tornar-se culpado de conduta violenta (é a agressão pura e simples: dá-se quando um jogador usa ou tenta usar força excessiva ou brutalidade sobre qualquer pessoa, independentemente da bola estar ou não em jogo);
  • Usar linguagem ou gestos ofensivos, injuriosos ou grosseiros;
  • Receber segunda advertência no mesmo jogo.
Faltas cometidas lançando um objeto (ou a bola)

Se, com a bola em jogo, um jogador (ou suplente/substituído) atirar um objeto contra um adversário ou contra qualquer outra pessoa, o árbitro deve interromper a partida e adverti-lo (caso tenha cometido essa ação com negligência) ou expulsa-lo (se a praticou com força excessiva).

Como recomeça o jogo após qualquer falta ou incorreção?
  • Se o jogo estiver já interrompido, recomeçará obviamente em conformidade (com o respetivo pontapé de baliza, canto, etc).
  • Mas se a bola estiver em jogo e a infração for cometida no interior do terreno contra:
  1. Um adversário: com livre indireto, direto ou penalti (consoante a infração);
  2. Um colega, suplente, substituído, árbitro ou elemento oficial,com livre direto ou penálti;
  3. Outra qualquer pessoa, com bola ao solo.
Agora outra variável da lei:

Infrações com a bola em jogo, em que o infrator comete a falta fora do terreno de jogo:
  • Se ele já estiver fora do terreno nesse momento, a partida deve recomeçar com bola ao solo;
  • Se o jogador sair deliberadamente do terreno para cometer a infração, é punido com livre indireto no local onde a bola se encontrava no momento da interrupção.
No entanto, se por ação de uma jogada disputada entre dois atletas e junto a uma linha, um jogador sair do terreno de jogo momentaneamente e aí cometer infração, será punido com livre direto, indireto ou penalti - conforme a gravidade da falta - sobre a linha mais próxima onde a infração foi efetuada.

Poderá também ser punido com pontapé de penálti (se essa infração era passível de ser punida desse modo e for cometida no exterior do terreno, mas já em zona enquadrada com a área de penálti).

Quase a terminar. Notas finais:
  • Se um jogador atirar um objeto contra um adversário que esteja no terreno, será punido com livre direto ou penálti (depende do local em que o objeto atingiu ou atingiria o adversário).
  • Mas recomeçará com pontapé livre indireto se um jogador, dentro do terreno, atirar um objeto contra qualquer pessoa que esteja no seu exterior.
  • Também recomeçará com livre indireto se um suplente ou substituído lançar objeto contra um adversário que esteja dentro do terreno.
E fim de história.

Como referimos, a Lei 12 é extensa e complexa. Merece, de facto, cuidado muito especial.
Daqui nascem as sanções (técnicas e disciplinares) que regem todo o jogo. E isso não pode ser tomado de ânimo leve por árbitros, jogadores, treinadores, adeptos e universo do futebol em geral.

Se quiser ler sobre as outras leis poderá fazê-lo aqui:



Fonte: Expresso

Olho de falcão volta a contradizer a marca num ponto de Ténis importante e relança debate. Como será no futebol?

O encontro entre Novak Djokovic e Roberto Bautista Agut, em ténis, ganho pelo sérvio, número dois mundial, por 6-4 e 6-4, ficou marcado por mais um momento em que a avaliação que o árbitro fez da marca deixada pela bola na terra batida foi desmentida… pelo olho de falcão, que é utilizado apenas oficiosamente na superfície.

No nono jogo do segundo set, com o resultado em 4-4 40-30, Djokovic disparou uma bola para perto da linha, que o árbitro entendeu ter sido dentro, mas que o olho de falcão garantiu ter sido fora, o que daria o jogo a Bautista Agut. A verdade é que o espanhol não só não fechou o jogo de serviço nesse momento, como acabou quebrado e perdeu o encontro minutos depois.

Este momento gerou o habitual debate nas redes sociais, entre os mais acérrimos fãs do olho de falcão, mesmo na terra batida, onde a marca costuma predominar.

Um debato que pode e deve ser alargado ao futebol.

Fonte: Bola amarela

sábado, 20 de maio de 2017

Bundesliga vai ter a primeira árbitra

A Federação alemã de futebol (DFB) revelou que a árbitro Bibiana Steinhaus, de 38 anos, subiu ao primeiro escalão do futebol alemão.
Esta decisão significa que a partir da próxima época será a primeira arbitra a apitar jogos da Bundesliga.

«O meu sonho foi sempre apitar os jogos do futebol profissional. Naturalmente que fico cheia de alegria que esse sonho vá ser realidade», afirmou Steinhaus, em declarações à
DFB.

Fonte: A Bola

Mergulhos para a "piscina" podem valer suspensões em 2017/18

Federação anuncia possíveis sanções aos batoteiros

Em busca de um futebol mais limpo e justo, a Federação Inglesa anunciou esta quinta-feira que, a partir da temporada 2017/18, os jogadores que tentarem enganar os árbitros, com os chamados mergulhos para a "piscina", vão ser alvo de processos e podem inclusivamente ser suspensos pelas autoridades futebolísticas inglesas.

Para este efeito, a FA vai criar um comité, composto por um antigo árbitro, antigo jogador e antigo treinador, que todas as segundas-feiras irá analisar as incidências dos jogos do fim de semana, procurando detetar alguma tentativa de enganar o árbitro. Ainda assim, refira-se que em causa estão apenas lances que levem à expulsão do adversário ou originem penáltis.

A aplicação da suspensão, que será equivalente à aplicado por um cartão vermelho, só será decretada sempre que os três elementos do comité estejam de acordo.

Fonte: Record

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Federação anuncia lançamento do cartão branco

Novo cartão vai premiar atitudes eticamente corretas durante os jogos. A estreia está marcada para junho, no torneio Interassociações sub-14 Lopes da Silva.

A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) anunciou esta terça-feira a introdução do cartão branco, que irá premiar atitudes eticamente corretas durante os jogos.

A medida será aplicada não só a jogadores e técnicos, mas também aos adeptos. A estreia do novo cartão está marcada para junho, no torneio Interassociações sub-14 Lopes da Silva. O objetivo da FPF passa por alargar a utilização do cartão branco a todas as competições de formação.
O presidente do Conselho de Arbitragem da FPF, José Fontelas Gomes, considera a implementação do cartão branco "uma medida especial, que pode ter um impacto muito positivo no futebol nacional".

Fonte: Record




quinta-feira, 18 de maio de 2017

Fábio Veríssimo dirige meia-final do Europeu de sub-17

Árbitro português no Turquia-Inglaterra

O árbitro internacional português Fábio Veríssimo foi nomeado pela UEFA para dirigir na passada terça-feira o jogo Turquia-Inglaterra, das meias-finais do Euro2017 de sub-17, a decorrer na Croácia, anunciou este domingo a federação Portuguesa de Futebol (FPF).

Esta foi a quinta vez que Fábio Veríssimo entrou em ação no Euro2017 de sub-17, depois de ter sido o árbitro principal nos jogos Croácia-Itália, República da Irlanda-Bósnia-Herzegovina e República da Irlanda-Alemanha e de ter sido eleito 4.º árbitro no encontro Alemanha-Holanda, dos quartos de final.


Ainda antes da partida para a Croácia, Fábio Veríssimo, em entrevista publicada no sítio da FPF, sublinhava que a sua nomeação para integrar o quadro de árbitros do Europeu2017 de sub-17 era o "reconhecimento do valor da arbitragem nacional".

Fonte: Record


Jogadores presos por agredir árbitro

Acórdão transitou em julgado. Dois adeptos também na cadeia.

Dois jogadores e dois adeptos do Clube Desportivo de Sobrado, equipa do concelho de Valongo, vão cumprir penas de prisão por terem espancado um árbitro auxiliar num jogo disputado em 2011 com o Atlético de Rio Tinto. O acórdão condenatório transitou em julgado e foram emitidos mandados de detenção.

Marco Bessa, então atleta do Sobrado - emblema que atualmente compete na Divisão de Elite da Associação de Futebol do Porto -, apanhou quatro anos e seis meses de cadeia. O colega Bruno Marrafeiro levou três anos e cinco meses. Dois irmãos, adeptos do clube, Carlos e Leonel Carneiro, cumprirão três anos e dois meses cada.

Também condenados foram o então presidente do clube, Nuno Bessa, em pena suspensa de dois anos - ficando igualmente proibido de frequentar recintos desportivos -, um outro dirigente, punido com multa, e o massagista, que terá agora de fazer trabalho comunitário.

Segundo ficou provado, tudo aconteceu a 20 de novembro de 2011. Aos 85 minutos daquela partida a contar para a 1ª Divisão Distrital da AF Porto, Fernando Pinto invalidou um golo à equipa do Sobrado, quando o resultado estava 2-2. Seguiram-se ameaças, insultos e violência, que teve o ponto máximo a seguir ao apito final.

O árbitro auxiliar foi agredido "de forma incessante com socos e pontapés primordialmente na cabeça", o que originou a perda de consciência durante cerca de 20 minutos. Esteve internado durante várias semanas no Hospital de S. João, no Porto.

Fonte: Correio da manhã


"Vídeo-árbitro? É uma ajuda mas não é a cura para o futebol português"

Presidente da APAF destacou a importância do vídeo-árbitro, porém, alertou para o facto de não ser uma solução que resolva todos os problemas em torno da questão da arbitragem.


Luciano Gonçalves já reagiu à medida anunciada, esta quinta-feira, pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF) quanto à utilização de vídeo-árbitro em todos os jogos da I Liga, na próxima temporada. O presidente da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) refere que irá "reduzir o ruído" mas não é uma "cura" para tudo.

O presidente da APAF pede ainda "bom senso" para que "possamos aproveitar as vantagens do vídeo-árbitro e não acabar com o projeto à nascença. O mais importante é que todos mudem a mentalidade, que atualmente é de permanente responsabilizar os árbitros pelo insucesso das respetivas equipas", finalizou

Fonte: Notícias ao minuto

 


sábado, 6 de maio de 2017

Jogador do Canelas suspenso quatro anos por agressão a árbitro

O jogador do Canelas que agrediu um árbitro foi castigado com uma suspensão de quatro anos, a pena máxima prevista nos regulamentos.

Marco Gonçalves foi ainda condenado a pagar uma multa de cerca de cinco mil euros, apurou o JN. O jogador estava acusado de agredir o árbitro José Rodrigues, durante o jogo Rio Tinto-Canelas, aos dois minutos do encontro, a 2 de abril.

O Canelas 2010 foi punido com uma pena de derrota por 3-0, resultado que pode hipotecar as aspirações da equipa gaiense à subida de divisão.

O castigo, determinado pelo Conselho de Disciplina da Associação de Futebol do Porto (AFP), é passível de recurso. Tanto jogador como clube podem recorrer para o Conselho de Justiça da AFP.

Marco Gonçalves é também arguido pela agressão ao árbitro. Foi ouvido no tribunal de Gondomar, a 3 de abril, e ficou impedido de entrar em recintos desportivos e de contactar com árbitros.

O ex-jogador do Canelas 2010 foi expulso logo nos primeiros minutos do encontro entre Rio Tinto e Canelas, da Divisão de Elite da Associação de Futebol do Porto, agredindo o árbitro, José Rodrigues, depois de receber ordem de expulsão, após agressão a um jogador da equipa adversária.

O árbitro foi assistido no local pelo INEM e hospitalizado. Partiu o nariz em três sítios e foi entretanto operado.

Fonte: Jornal de Notícias

O futebol brasileiro tem um novo ídolo, a árbitra assistente Denise Bueno

Jogadores de ambas as equipas não conseguirem tirar os olhos da árbitra assistente, que também é modelo, enquanto esta corria pela linha num jogo de uma liga amadora.


A deslumbrante modelo Denise Bueno, ganhou certamente uns quantos admiradores, quando arbitrou um jogo de uma liga amadora do Brasil, entre o Desire e o Sporting.

Usando apenas uma t-shirt justa, sem soutien, Bueno, viu literalmente as cabeças a virar, quando os jogadores alinharam para a foto de grupo.










































Fonte: The Sun

sexta-feira, 5 de maio de 2017

Conselho de Arbitragem da AF de Lisboa defende Hélder Malheiro

Em causa a suspeita de viciação de resultado no Freamunde-Penafiel

O presidente do Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol de Lisboa (AFL), Luís Estrela, defendeu esta quarta-feira o árbitro Hélder Malheiro, recentemente envolvido num caso de suspeita de viciação de resultado no Freamunde-Penafiel, da Segunda Liga.

Segundo o dirigente do órgão máximo dos árbitros lisboetas, as acusações em relação ao juiz de 36 anos, que pertence à primeira categoria desde 2010, "foram graves e levianas". O Penafiel acabou por vencer então o Freamunde por 2-1, num jogo em que o clube derrotado contestou três golos invalidados por Hélder Malheiro.

"É fácil um dirigente de um clube dizer que tem uma mensagem de que algo aconteceu. O que é certo é que nem a Polícia Judiciária esteve nas instalações do clube nesse dia. A única coisa que aconteceu - e que pode acontecer num jogo de futebol - é pedir a identificação de alguém para iniciar um processo. Às vezes tem-se a maior das criatividades para justificar insucessos", disse.

Em declarações prestadas à margem de uma reunião entre a AFL e a Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF), Luís Estrela admitiu que Hélder Malheiro não vive uma situação fácil, apesar da confiança manifestada pelo Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), que manteve o seu nome entre as nomeações para os jogos da Liga NOS e Segunda Liga.

"Não é uma situação fácil de ser aceite por alguém que trabalha e treina todos os dias para estar no melhor das suas capacidades e chegar ao dia do jogo para decidir bem, seja em que campo ou competição for. Não é fácil, mas ele é forte, profissional e extremamente competente. É um fait-divers que criaram à volta dele, uma situação perfeitamente insólita", frisou.

Paralelamente, o líder do Conselho de Arbitragem da AFL lembrou que o órgão homólogo da FPF "validou todos os lances que ocorreram nesse jogo e confia nos seus árbitros", assegurando que o juiz "certamente, manter-se-á como árbitro da primeira divisão" na próxima temporada.

"O Conselho de Disciplina abriu averiguações e, portanto, vamos aguardar serenamente que as instituições trabalhem. Estamos perfeitamente convictos de qual será o fim desta história", sentenciou.

No jogo entre Freamunde e Penafiel, a equipa de arbitragem liderada por Hélder Malheiro acabou por ser
identificada pela GNR após o fim do desafio, na sequência de uma queixa de Miguel Azevedo Brandão, presidente da SAD do Freamunde, que alegou que uma pessoa lhe mostrou mensagens de telemóvel anteriores ao jogo com o resultado exato ao intervalo (1-0) e final (2-1).

Fonte: Record


quinta-feira, 4 de maio de 2017

Duarte Gomes escreve sobre as leis do jogo. Lei 12 (I)

A Lei 12 é, porventura, a mais importante de todas as regras do Guia Universal.
Explica quase tudo o que é técnico e disciplinar: pontapés livres direto e indireto, motivos para exibir amarelos/vermelhos e um conjunto de outras faltas e incorreções.
Por ser importante e vasta, seguirá em duas rubricas separadas. Na de hoje iremos centrar a atenção na parte mais técnica.
Venham daí. Vamos iniciar a análise simplificada da...

LEI 12 - FALTAS E INCORREÇÕES - (PARTE - I)

Primeira regra. Para que um árbitro assinale um pontapé livre direto, indireto ou até um pontapé de penálti, a bola tem que estar em jogo. Se, por qualquer razão, o jogo estiver interrompido, isso não pode acontecer.
PONTAPÉ LIVRE DIRETO - Pune infrações que impliquem contato físico entre dois adversários. Se a infração não envolver contato, não há lugar a livre direto.
As infrações que se seguem não pressupõem intenção. Ela não é relevante nestes casos.
São concedidos à equipa que sofra uma infração, bastando que ela seja cometida por imprudência, negligência ou força excessiva:
  • Carregar, empurrar ou saltar sobre um adversário;
  • Pontapear ou tentar pontapear/agredir ou tentar agredir/rasteirar ou tentar rasteirar um adversário;
  • Entrar em tackle ou "entrar" sobre um adversário.
O que é isso da imprudência?
Dá-se quando um jogador mostra falta de atenção/consideração ou atua sem precaução (em faltas sobre adversários).Não é punida disciplinarmente.

E a negligência? Acontece quando um jogador atua sem ter em conta o perigo ou as consequências do seu ato sobre o adversário. É punida com cartão amarelo (advertência).

E a força excessiva? Significa que um jogador faz uso de uma força excessiva (e desnecessária) num determinado lance, colocando em perigo a integridade física do adversário. É sempre punida com cartão vermelho (expulsão).
Agora vamos às infrações que são punidas com livre direto (que já pressupõem intenção para que possam ser punidas):
  • Tocar deliberadamente a bola com as mãos (sem ser o GR na sua área de penálti);
  • Agarrar um adversário (ninguém agarra sem ser de propósito);
  • Impedir o movimento do adversário, com contato (outra que só acontece quando é deliberada);
  • Cuspir sobre um adversário (ninguém cospe sem querer, pois não)?
Vamos especificar, em traços gerais, a questão das "mãos", que por ser muito subjetiva, torna-se mais polémica.
O que diz a lei? De um modo geral, refere que, para decidir bem, o árbitro deve:
  • Ter em conta o facto da mão ir em direção à bola (e não o oposto);
  • A distância a que está o adversário quando a bola lhe toca (na queima, bola inesperada, etc);
  • O facto do contato ser feito com um objeto que o jogador tenha na mão (por exemplo, se um defesa, na sua área, tocar a bola com uma caneleira que esteja a agarrar, é punido com penálti, porque considera-se que ela é a extensão "ilegal" da sua mão);
Claro que a posição da mão não pressupõe infração: se ela estiver ao longo do seu corpo, a cobri-lo de um remate violento, se estiver fora do corpo mas em posição normal para aquela jogada em que intervém ou se não estiver a ganhar volumetria anormal e injustificada, não deve nunca ser punida.

Mas imaginem o que é somar todas estas "dicas", raciocinar e decidir (em pleno relvado, rodeado de jogadores e numa fração de segundos)...
PONTAPÉ LIVRE INDIRETO - Pune infrações em que nunca existe contato físico entre dois adversários.
Exemplos: jogo perigoso (como o pé em riste, mas só se não tocar no adversário), obstrução (sem contato), impedir o GR de soltar a bola com as mãos após a controlar sem lhe tocar (estorvando a sua ação, impedindo-o de pontapear a bola ou perturbando-o).
Não se esqueçam: sempre que em alguma das faltas acima mencionadas exista contato físico entre jogadores, as infrações passam a ser punidas com pontapé livre direto (ou pontapé de penálti, se cometidas por defensores na sua área de penálti).
Percebido?
Será também concedido um livre indireto por qualquer outra infração não mencionada na lei 12, pela qual o árbitro tenha que interromper o jogo para advertir ou expulsar um jogador (por exemplo, um jogador será punido com amarelo ao abrigo da Lei 4 se, depois de sair do terreno para regularizar o seu equipamento, regressar sem autorização e interferir no jogo).
LIVRES INDIRETOS (LI) POR FALTAS COMETIDAS PELOS GUARDA REDES (GR)
A equipa adversária beneficiará de um LI se o GR:
  • Mantiver a bola em sua posse mais de 6 segundos;
  • Tocar a bola com as mãos depois de a ter soltado, sem que ninguém a tenha tocado entretanto (ou seja, quando dá dois toques consecutivos);
  • Tocar a bola com as mãos recebida diretamente de um lançamento lateral executado por um colega;
  • Tocar a bola com as mãos se ela for deliberadamente pontapeada para si por um colega (do joelho para baixo, é considerado atraso).
Diz-se que um GR tem em bola em sua posse quando:
- A detenha nas mãos e ela se encontre entre as suas mãos/corpo e o solo;
- Quando lhe toque com os braços/mãos (excesso de for ressalto casual ou defesa);
- Quando a detiver com a palma aberta ou a fizer ressaltar para o ar ou solo.
Em qualquer um destes momentos, nenhum adversário a pode disputar.
Quase a terminar esta primeira parte da lei 12.
Tempo ainda para especificar duas das infrações que já referimos, punidas com livre indireto:
  1. Jogar de maneira perigosa: implica proximidade e que, ao tentar jogar a bola, seja colocada em risco a integridade física do adversário. Exemplos: pé alto, pé em riste, pontapés de tesoura ou bicicleta (se forem perigosas).
  2. Impedir a progressão de um adversário (sem contato): colocar-se na sua trajetória para o obstruir, bloquear, abrandar a sua corrida ou obrigá-lo a desviar-se/mudar de direção. Claro que um jogador tem direito à sua posição no terreno, mas quando ele se movimenta no caminho do adversário, deve ser punido.
Para a semana, regressaremos com a Parte II da Lei 12.
Falaremos de medidas disciplinares para algumas infrações, de lei da vantagem e de outras questões que impliquem advertências e expulsões.
O saber não ocupa espaço. Fiquem por aí.

Se quiser ler sobre as outras leis poderá fazê-lo aqui:



Fonte: Expresso