quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Profissionalização dos árbitros deve avançar mas por etapas


Relatório recomenda que árbitros assinem contratos de trabalho com as federações, deixando em aberto a possibilidade de não haver exclusividade.


Deve ou não avançar-se para a profissionalização dos árbitros? Se sim, qual o melhor caminho para o fazer? Estas foram as duas perguntas colocadas pelo Governo e o grupo de trabalho criado para discutir o tema responde claramente que o caminho é os árbitros serem profissionais, embora esta mudança deva ser feita por etapas, começando com um grupo restrito de juízes de futebol e podendo eventualmente ser alargada a outras modalidades mais tarde. 


“Houve um largo consenso no grupo de trabalho de que se deve caminhar por etapas para a profissionalização dos árbitros e que esta deve começar no âmbito do futebol, nas competições profissionais”, explicou ao PÚBLICO João Leal Amado, o jurista que presidiu ao grupo de trabalho criado para debater a arbitragem. “A primeira, e provavelmente a única modalidade, que tem condições para o fazer, até pelas questões financeiras, é o futebol”, acrescentou este professor de Direito em Coimbra. 


No relatório que será hoje apresentado publicamente e a que o PÚBLICO teve acesso, os membros deste grupo de trabalho afirmam que “poucas dúvidas surgiram quanto à necessidade e conveniência de profissionalização dos árbitros internacionais (a pequena parte no topo da carreira)”. 


No caso do futebol — modalidade em que jogadores e treinadores são profissionais e que os jogos são transmitidos pela televisão —, o grupo de trabalho assume até “que raia o ridículo que um árbitro se apresente como alguém que se dedica, a título profissional, a outro tipo de actividade (empregado bancário, funcionário público, etc.), surgindo no terreno de jogo como um amador, como alguém que se dedica à arbitragem por puro deleite ou por “espírito de missão”, mas sem fazer disso a sua actividade principal”. 


Apesar da defesa acérrima da solução de os árbitros serem profissionais, vista como uma forma de melhorar a sua preparação e reduzir os erros, os membros do grupo também avisam que a ela não funcionará como “uma panaceia”: “Não irá terminar com os erros de quem decide. Tal como, aliás, a profissionalização dos atletas não impede que estes falhem, tantas e tantas vezes, durante a competição desportiva. Tal como, de resto, a profissionalização dos treinadores não impede que estes errem e se enganem amiúde”, lê-se no relatório. 


Respondida a primeira questão, o grupo de trabalho partiu então para a segunda pergunta, debruçando-se sobre a melhor forma de o fazer. Sempre salientando que o processo deve ser conduzido com “prudência”, o grupo de trabalho propõe como melhor solução jurídica os árbitros terem um contrato de trabalho (e não de prestação de serviços) com as federações ou ligas profissionais, aconselhando ao Governo que deixe alguma margem de liberdade. 


“As federações e os árbitros disporiam, assim, de liberdade para eleger a modalidade contratual que fosse considerada preferível, em função da realidade subjacente a cada modalidade desportiva (por exemplo, escolhendo entre o contrato de trabalho a termo ou sem termo), quanto aos direitos e deveres de cada uma das partes (por exemplo, exigindo ou não exclusividade ao árbitro), quanto à retribuição do árbitro e ao tempo de trabalho e quanto às formas de extinção do contrato (por exemplo, prevendo a extinção do mesmo em caso de avaliação negativa do árbitro, no final da época desportiva)”, lê-se no relatório destes peritos. O documento admite que a exclusividade seria o ideal, mas também refere que essa imposição poderia afastar “árbitros com qualidade” e que não estarão dispostos a dedicar-se em exclusivo a esta actividade. 


Quem são? 


O grupo de trabalho sobre a profissionalização dos árbitros foi liderado por João Leal Amado, professor de Direito na Universidade de Coimbra. Os outros seis membros do grupo foram Júlio Gomes (docente de Direito na Universidade Católica do Porto), Lúcio Miguel Correia (jurista), Vicente Moura (presidente do Comité Olímpico de Portugal), Henrique Torrinha Cardoso (representante da Confederação do Desporto de Portugal), Carlos Esteves (ex-presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol) e Vítor Pereira (ex-presidente da Comissão de Arbitragem da Liga Portuguesa de Futebol Profissional e novo presidente do Conselho de Arbitragem da FPF, após as eleições de 10 de Dezembro).


Fonte: FPF

Busacca: "Estamos a investir"


Massimo Busacca exerceu a profissão de árbitro durante 22 anos e apitou mais de cem partidas internacionais de alto nível, entre as quais se destaca a final da Liga dos Campeões da UEFA em 2009. Aos 42 anos, ele encerrou a carreira nos gramados e assumiu a chefia do Departamento de Arbitragem da FIFA. Conversamos com Busacca sobre o ano que passou e tudo o que se refere à arbitragem.


Neste ano você trocou de lado: de árbitro internacional a chefe do Departamento de Arbitragem da FIFA. Quais os principais motivos para a mudança?
A minha atuação em campo durante muitos anos me dá boas chances de repetir o mesmo também fora de campo. É uma excelente oportunidade de transmitir tudo o que aprendi aos futuros árbitros de elite, que vão apitar os jogos das nossas principais competições. Não chega a ser uma mudança: continuo vivendo e respirando futebol todos os dias, só que agora de uma perspectiva mais externa do que interna.


Sente falta dos relvados?
Ah, sim, claro que sinto. É como quando um jogador pendura as chuteiras. Sinto muita falta, mas por outro lado é bom, pois permaneço envolvido e animado. Assim, consigo explicar melhor aos árbitros o que eles têm de fazer.


"Minha prioridade é criar um grupo de árbitros de elite, trabalhando de modo profissional. Queremos aprimorá-los, a exemplo dos jogadores que se aprimoram dia após dia, treinamento após treinamento."


Como foram os primeiros meses na condição de dirigente da FIFA? Em que consistem as suas funções?
A FIFA representa aos árbitros o que as seleções representam aos jogadores. E eu quero ser o treinador desta seleção nacional. Temos de atuar como uma equipe de futebol; temos de viver e respirar futebol todos os dias. A minha prioridade é criar um grupo de árbitros de elite, trabalhando de modo profissional. Queremos aprimorá-los, a exemplo dos jogadores que se aprimoram dia após dia, treinamento após treinamento. Assim como os jogadores atuam nos seus clubes, os árbitros apitam as partidas dos respectivos campeonatos nacionais. Então os jogadores são convocados para a seleção, e algo semelhante acontece com os árbitros chamados para apitarem torneios da FIFA. Para isso, obviamente é necessária uma estrutura de âmbito mundial, motivo pelo qual criamos um grupo de instrutores. Fornecemos uma mensagem clara de como eles devem acompanhar os árbitros e assegurar a qualidade. Cabe ao grupo indicar os melhores árbitros para as nossas competições.


Os melhores árbitros estarão na Copa do Mundo da FIFA 2014, no Brasil. Como ocorre o processo de seleção e treinamento? Ele já começou?
O pontapé inicial foi a Copa do Mundo de Clubes da FIFA, no Japão. Escolhemos alguns árbitros para podermos observar as qualidades deles e analisar se estão prontos para serem candidatos para 2014. O ano que vem será fundamental. Vamos criar uma lista de árbitros de elite, mas ela vai permanecer aberta até o fim. Ou seja, o árbitro entra na lista, mas sai dela caso não se adeque ou não trabalhe de modo apropriado. Essa mensagem será transmitida a todos os árbitros de todas as confederações.


O presidente da FIFA comentou que os árbitros da Copa do Mundo da FIFA 2014 serão todos profissionais. Você considera a profissionalização essencial à arbitragem? 
Como os jogadores, os árbitros precisam treinar diariamente. Não se pode mais aceitar que as federações não forneçam estrutura e oportunidades iguais para a preparação dos árbitros. Eles precisam de treinador e de preparador físico durante a semana. Precisamos ter certeza de que estão trabalhando corretamente, que vivem e respiram futebol todos os dias. Caso contrário, o desempenho acaba dependendo da sorte. É necessário proporcionar aos árbitros tudo de que eles precisam para a preparação. Em outras palavras: profissionalismo. Não tem a ver só com salário. Quantos clubes investem muito dinheiro e não conquistam títulos? As federações são responsáveis pelos seus árbitros e devem fazer muito em prol deles. Quando eles se apresentam para atuarem em nossos torneios, não conseguimos mudá-los em cursos de uma semana.


Já ouvimos falar muito do Programa de Auxílio à Arbitragem. Como esse programa ajudará os árbitros a serem mais eficientes?
Estamos investindo muito dinheiro na formação dos árbitros. Quase todos os dias são ministrados cursos mundo afora. Tudo o que fazemos na formação, nós vamos fazer durante as competições. É fundamental. É preciso que as nossas estruturas em âmbito mundial trabalhem de acordo com as nossas diretrizes.


Na Alemanha, o árbitro Babak Rafati tentou se suicidar e alegou uma pressão crescente sobre a categoria. Como ajudar os árbitros a suportarem essa pressão? 
Existe pressão em toda e qualquer atividade. Hoje em dia, se você atinge altos patamares em seja qual for o trabalho, você enfrenta pressão. Claro que na arbitragem a pressão é maior, afinal há muito dinheiro envolvido, e uma decisão equivocada muda tudo. Mas temos de conviver com isso. Em retrospectiva, analisando a minha própria carreira, eu me sentia mal quando tomava decisões erradas. Mas sempre tentava esquecer logo e ficar pronto para o jogo seguinte. Eu me solidarizo com Rafati. Imagino o que aconteceu. Talvez a temporada dele não tenha sido boa, e ele tenha depositado na arbitragem todas as prioridades. Às vezes, isso é um engano. Se as coisas não dão certo, você questiona a sua postura.


Junto com Peter Mikelsen, você compõe a Força-Tarefa 2014 e apresenta os pontos de vista dos árbitros. Entre os tópicos discutidos está a "tripla punição": pênalti, cartão vermelho e suspensão. Quais as últimas novidades sobre esse assunto?
O grupo concorda que a punição tripla é exagerada. Queremos entrar em um acordo lógico. Apenas quando houver mão na bola de modo escancarado em cima da linha do gol, ou uma falta em situação clara de gol, então será pênalti com cartão vermelho. Caso contrário, será pênalti com cartão amarelo. A proposta ainda vai passar pela International Board.


Outro tópico controverso é o uso da tecnologia de vídeo. Qual é a sua posição sobre o assunto?
Craques cometem erros. Não ganham replay nem nova oportunidade de fazer o gol. E no meu ponto de vista o mesmo deve acontecer com os árbitros. Não é o caso de se parar tudo e se assistir ao que aconteceu. Por isso sou contra replays de vídeo. Mas, quanto à tecnologia da linha de gol, estamos quase lá, e estou convencido de que muito em breve algo vai surgir para reduzir ou até eliminar o problema de detectar se a bola ultrapassou ou não a linha. A decisão final continua sendo humana. É importante permitir que os árbitros cometam enganos, como os jogadores também cometem. Temos de mudar a mentalidade. Até mesmo com árbitros profissionais não vamos eliminar completamente os erros.


"O principal é trabalhar de modo tático e entender de futebol. Não desejamos criar robôs. Circunstâncias e decisões têm a ver com a intuição."


Outra abordagem vem sendo testada pela UEFA: cinco árbitros nas competições europeias. Você mesmo participou desse experimento... 
Isso vem sendo feito há coisa de dois ou três anos, mas não é o momento de chegar a conclusões. O essencial é testar em competições importantes como a Euro 2012. A abordagem é boa, mas ainda falta algo. Precisamos de árbitros de qualidade. Não adianta achar que dois árbitros auxiliares adicionais posicionados na linha de fundo serão capazes de ajudar o árbitro e os bandeirinhas, se não houver qualidade. Eles precisam ter nível igual ao do árbitro. Em questão de segundos, você tem de tomar várias decisões importantes em uma partida de relevo. No próximo ano, vamos conferir se os árbitros extras estão preparados para ajudarem o árbitro em jogos de peso.


Você apitou partidas de alto nível, inclusive a final da Liga dos Campeões da UEFA e uma semifinal da Copa das Confederações da FIFA, na África do Sul, em 2009. Como levar essa experiência ao desenvolvimento dos árbitros?
Tenho certeza de que vou dividir a minha experiência. Tive oportunidade na Copa do Mundo de Clubes no Japão, onde tentei ser o treinador. Quero dividir com eles a minha experiência de 22 anos de arbitragem e 12 competições internacionais. O principal é trabalhar de modo tático e entender de futebol. Não desejamos criar robôs. Circunstâncias e decisões têm a ver com a intuição. Temos de conhecer as regras do esporte, mas a interpretação é importante, pois reflete a personalidade. Queremos que o árbitro mantenha a própria personalidade.


Se pudesse fazer um pedido de Natal relativo à arbitragem, qual seria?
É essencial que haja mais respeito, não só na arbitragem, mas também na sociedade como um todo. Qualquer um está sujeito a cometer equívocos. Respeito é importante. Respeito a si mesmo e aos outros.


Fonte: FIFA

Eduardo Coelho nomeado para o Campeonato da Europa de Futsal


O árbitro internacional português, Eduardo Coelho, foi nomeado pela UEFA para actuar na fase final do Campeonato da Europa de Futsal, que decorrerá entre os dias 31 de Janeiro e 11 de Fevereiro de 2012, nas cidades croatas de Split e Zagreb.

Esta é, aliás, uma semana de grande prestígio para a Arbitragem Portuguesa. Depois de Pedro Proença ter sido confirmado como um dos 12 juízes do EURO 2012, esta quinta-feira chegou a confirmação de que Portugal vai estar, também, presente no Europeu de Futsal, não só com a sua Selecção, mas também com um árbitro.

“Recebi esta nomeação como um reconhecimento do valor da arbitragem portuguesa e, em simultâneo, do trabalho que tenho realizado ao longo dos últimos dez anos. A participação no Europeu representa uma enorme responsabilidade, não só no sentido de corresponder à confiança em mim demonstrada, mas também porque irei representar a Arbitragem Portuguesa”, referiu Eduardo Coelho, em declarações ao fpf.pt.

“Sinto que estou a atravessar a melhor fase da minha carreira e será um enorme privilégio poder fazer parte de um restrito lote de árbitros de elite da UEFA. Terei a oportunidade de me aperfeiçoar como árbitro e adquirir maior experiência”, prosseguiu.

O juiz, de 32 anos, cumpre a sua décima época como árbitro de Futsal, a quinta na primeira categoria nacional, e espera poder iniciar um percurso de sucessos nas grandes competições internacionais. “Sou uma pessoa ambiciosa e espero estar nos grandes palcos da modalidade. Chegar ao Campeonato da Europa é já um passo extremamente significativo, pois, acima disso, apenas poderei almejar chegar a um Mundial”, concluiu.

Eis a lista de 16 árbitros nomeados:
Gerald Bauernfeind (Áustria)
Pascal Lemal (Bélgica)
Danijel Janosevic (Croácia)
Petros Panayides (Chipres)
Karel Henych (República Checa)
Marc Birkett (Inglaterra)
Fernando Gutierrez Lumbreras (Espanha)
Timo Onatsu (Finlândia)
Stephan Kammerer (Alemanha)
Gabor Kovacs (Hungria)
Francesco Massini (Itália)
Sebastian Stawicki (Polónia)
Eduardo Coelho (Portugal)
Bogdan Sorescu (Roménia)
Ivan Shabanov (Rússia)
Borut Sivic (Eslovénia)

Fonte: FPF

Nomeações para 13ª jornada da Liga Orangina


A secção profissional do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol emitiu divulgou as nomeações da 13ª jornada da Liga Orangina:

Arouca-Belenenses = Carlos Xistra
Atlético-Freamunde = Nuno Almeida
Portimonense-Oliveirense = Hélder Malheiro
Sta. Clara-Estoril = Rui Silva
Leixões-União = Cosme Machado
Penafiel-Aves = Vasco Santos
Moreirense-Naval = Bruno Paixão

O encontro Covilhã-Trofense realizou-se no dia 4 de Dezembro.

Para mais detalhe confira o documento seguinte:
Nomeações para 13ª jornada da Liga Orangina

Fonte: FPF

Duarte Gomes na Liga da Arábia Saudita


Para actuar no jogo da Liga da Arábia Saudita “Al Shabab Club / Al Hilal Club”, a realizar no dia 04.01.2012, pelas 19H50, em Riade, foram nomeados os seguintes árbitros:


Árbitro: Duarte Nuno Pereira Gomes
Árb. Ass: José Carlos Neves Ramalho
Árb. Ass: Venancio Manuel Raposo Batista Tomé

Fonte: APAF

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Categorias dos Árbitros UEFA 2012



MASCULINO:

Elite Group:

Martin Atkinson (ENG), Olegário Benquerenca (POR), Kevin Blom (NED), Felix Brych (GER), Cüneyt Çakir (TUR), Mark Clattenburg (ENG), Jonas Eriksson (SWE), Viktor Kassai (HUN), Björn Kuipers (NED), Stéphane Lannoy (FRA), Florian Meyer (GER), Svein Oddvar Moen (NOR), Pedro Proenca (POR), Nicola Rizzoli (ITA), Gianluca Rocchi (ITA), Damir Skomina (SVN), Wolfgang Stark (GER), Paolo Tagliavento (ITA), Craig Thomson (SCO), Alberto Undiano (ESP), Carlos Velasco Carballo (ESP), Howard Webb (ENG)

Elite Development Group:

Firat Aydinus (TUR), Marcin Borski (POL), Tony Chapron (FRA), William Collum (SCO), David Fernández Borbalán (ESP), Manuel Gräfe (GER), Tom Harald Hagen (NOR), Alan Kelly (IRL), Pavel Kralovec (CZE), Milorad Mazic (SRB), Bas Nijhuis (NED), Daniele Orsato (ITA), Peter Rasmussen (DEN), Aleksandar Stavrev (MKD), Robert Schörgenhofer (AUT), Marijo Strahonja (CRO), Markus Strömbergsson (SWE)

First Group:

Serge Gumienny (BEL), Aleksei Kulbakow (BLR), Stanislav Todorov (BUL), Ivan Bebek (CRO), Leontios Trattou (CYP), Libor Kovarik (CZE), Mike Dean (ENG), Andre Marriner (ENG), Lee Probert (ENG), Antonio Mateu Lahoz (ESP), Carlos Clos Gómez (ESP), Eduardo Iturralde González (ESP), Fernando Teixeira Vitienes (ESP), Hannes Kaasik (EST), Tony Asumaa (FIN), Laurent Duhamel (FRA), Said Ennjimi (FRA), Fredy Fautrel (FRA), Antony Gautier (FRA), Deniz Aytekin (GER), Anastassios Kakkos (GRE), Michael Koukoulakis (GRE), István Vad (HUN), Kristinn Jakobsson (ISL), Menashe Masiah (ISR), Alon Yefet (ISR), Luca Banti (ITA), Antonio Damato (ITA), Gediminas Mazeika (LTU), Pol van Boekel (NED), Mark Courtney (NIR), Tommy Skjerven (NOR), Pawel Gil (POL), Robert Malek (POL), Bruno Miguel (POR), Duarte Gomes (POR), Manuel de Sousa (POR), Pavel Balaj (ROU), Ovidiu Alin Hategan (ROU), Alexandru Tudor (ROU), Vladislav Bezborodov (RUS), Sergei Karasev (RUS), Maksim Layushkin (RUS), Aleksei Nikolaev (RUS), Euan Norris (SCO), Sascha Kever (SUI), Stephan Studer (SUI), Cyril Zimmermann (SUI), Matej Jug (SVN), Martin Hansson (SWE), Stefan Johannesson (SWE), Daniel Stalhammar (SWE), Hüsseyin Göcek (TUR), Bülent Yildirim (TUR), Simon Evans (WAL)

Second Group:

Emir Aleckovic (BIH), Sandor Andó-Szabó (HUN), Ievgenii Aranovski (UKR), Stuart Attwell (ENG), Ionut Marius Avram (ROU), Mauro Bergonzi (ITA), Espen Berntsen (NOR), Alan Black (NIR), Tamás Bognar (HUN), Sergii Boiko (UKR), Marco Borg (MLT), Ruddy Buquet (FRA), Lars Christoffersen (DEN), Andrea de Marco (ITA), Alexandru Deaconu (ROU), Sébastien Delferiere (BEL), Neil Doyle (IRL), Oliver Drachta (AUT), Jérome Efong Nzolo (BEL), René Eisner (AUT), Aleksei Eskov (RUS), Mihaly Fabian (HUN), Marco Fritz (GER), Mattias Gestranius (FIN), Vlado Glodjovic (SRB), Eli Hacmon (ISR), Kenn Hansen (DEN), Lorenc Jemini (ALB), Ken Henry Johnsen (NOR), Bosko Jovanetic (SRB), Jakob Kehlet (DEN), Thorsten Kinhöfer (GER), Knut Kircher (GER), Aleksandar Kostadinov (BUL), István Kovacs (ROU), Ivan Kruzliak (SVK), Artyom Kuchin (KAZ), Harald Lechner (AUT), Michael Lerjeus (SWE), Liran Liany (ISR), Richard Liesveld (NED), Bobby Madden (SCO), Danny Makkelie (NED), Szymon Marciniak (POL), Paolo Mazzoleni (ITA), Steven McLean (SCO), Dimitar Meckarovski (MKD), César Muniz Fernández (ESP), Antti Munukka (FIN), Michael Oliver (ENG), Halis Özkahya (TUR), Marios Panayi (CYP), Radek Prihoda (CZE), Pavle Radovanovic (MNE), Artur Soares Dias (POR), Anar Salmanov (AZE), Viktor Shvetsov (UKR), Anastassios Sidiripoulos (GRE), Hubert Siejewicz (POL), Ilias Spathas (GRE), Martin Strömbergsson (SWE), Stanislav Sukhina (RUS), Olivier Thual (FRA), Kristo Tohver (EST), Richard Trutz (SVK), Clément Turpin (FRA), Jan Valasek (SVK), Paolo Valeri (ITA), Slavko Vincic (SVN), Ante Vucemilovic-simunovic jr (CRO), Michael Weiner (GER), Mark Whitby (WAL), Carlos Xistra (POR), Nikolay Yordanov (BUL), Miroslav Zelinka (CZE), Felix Zwayer (GER)

Third Group:

Anatoliy Abdula (UKR), Vusal Aliyev (AZE), Ioannis Anastasiou (CYP), Dennis Antamo (FIN), Aleksandrs Anufrijevs (LVA), Thorvaldur Arnason (ISL), Andranik Arsenyan (ARM), Suren Baliyan (ARM), Veaceslav Banari (MDA), Damir Batinic (CRO), John Beaton (SCO), Alain Bieri (SUI), Sven Bindels (LUX), Alexendre Boucaut (BEL), Johnny Casanova (SMR), Kevin Clancy (SCO), Raymond Crangle (NIR), Nikola Dabanovic (MNE), Sergiy Dankovskyy (UKR), Oleksandr Derdo (UKR), Vasilis Dimitriou (CYP), Vadims Direktorenko (LVA), Nerijus Dunauskas (LTU), Aleksander Gauzer (KAZ), Athanassios Giachos (GRE), Serdar Gözübüyük (NED), Orel Greenfeld (ISR), Gerhard Grobelnik (AUT), Danilo Grujic (SRB), Leonardo Guidi (SMR), Dag Vidar Hafsas (NOR), Markus Hameter (AUT), Nikolaj Hänni (SUI), Alexander Harkam (AUT), Anders Hermansen (DEN), Thoroddur Hjaltalin (ISL), Roman Hrubes (CZE), Arnold Hunter (NIR), Adrien Jacottet (SUI), Jari Järvinen (FIN), Michael Johansen (DEN), Huw Jones (WAL), Gunnar Jónsson (ISL), Enea Jorgji (ALB), Jovan Kaludjerovic (MNE), Vladimir Kazhmenko (RUS), Davit Kharitonashvili (GEO), Stephan Klossner (SUI), Petros Konstantineas (GRE), Laurent Kopriwa (LUX), Peter Kralovic (SVK), Levan Kvaratskhelia (GEO), Jonathan Lardot (BEL), Christopher Lautier (MLT), Joao Ferreira (POR), Adam Lyczmanski (POL), Radek Matejek (CZE), Vitaly Meshkov (RUS), Yuriy Mozharovskyy (UKR), Ádám Németh (HUN), Christos Nicolaides (CYP), Tolga Özkalfa (TUR), Bardhyl Pashaj (ALB), Radu Marian Petrescu (ROU), Dawid Piasecki (POL), Elmir Pilav (BIH), Clayton Pisani (MLT), Nikola Popov (BUL), Igor Pristovnik (CRO), Petur Reinert (FAR), Chris Reisch (LUX), Robert Rogers (IRL), Eiko Saar (EST), Pavel Saliy (KAZ), Alan Sant (MLT), Joao Capela (POR), Igor Satchi (MDA), Vital Sevastsyanik (BLR), Dzianis Shcharbakou (BLR), Eitan Shmulevitz (ISR), Ghennadi Sidenco (MDA), Lasha Silagava (GEO), Sergejus Slyva (LTU), Wim Smet (BEL), Goran Spirkoski (MKD), Ivaylo Stoyanov (BUL), Padraigh Sutton (IRL), Andris Treimanis (LVA), Stavros Tritsonis (GRE), Siarhei Tsynkevich (BLR), Michael Tykgaard (DEN), George Vadachkoria (GEO), Ognjen Valjic (BIH), Mikhail Vilkov (RUS), Ignasi Villamayor (AND), Anatoliy Vishnichenko (UKR), Vladimir Vnuk (SVK), Domagoj Vuckov (CRO), Mileno Vukadinovic (SRB), Luc Wouters (BEL), Yunus Yildirim (TUR), Georgi Yordanov (BUL), Fariz Yusifov (AZE), Mitja Zganec (SVN)


FEMININO:

Elite Group:


Teodora Albon (ROU), Natalia Advochenko (RUS), Christine Baitinger (GER), Cristina Dorcioman (ROU), Gyöngyi Gaál (HUN), Kirsi Heikkinen (FIN), Alexandra Ihringova (ENG), Efthalia Mitsi (GRE), Kateryna Monzul (UKR), Jenny Palmqvist (SWE), Christina Pedersen (NOR), Tanja Schett (AUT), Silvia Spinelli (ITA), Esther Staubli (SUI), Bibiana Steinhaus (GER)

First Group:

Jana Adamkova (CZE), Esther Azzopardi (MLT), Floarea Babadac (ROU), Sandra Braz Bastos (POR), Petra Chuda (SVK), Rhona Daly (IRL), Amy Fearn (ENG), Dilan Gökcek (TUR), Dr. Riem Hussein (GER), Ausra Kance (LTU), Sofia Karagiorgi (CYP), Katalin Kulcsar (HUN), Anja Kunick (GER), Gordana Kuzmanovic (SRB), Pernilla Larsson (SWE), Elia Maria Martinez Martinez (ESP), Yuliya Medvedeva (KAZ), Morag Pirie (SCO), Anastasia Pustovoitova (RUS), Paloma Quintero Siles (ESP), Karolina Radzik-Johan (POL), Carina Vitulano (ITA), Séverine Zinck (FRA)

Second Group:

Natalia Aleksakhina (UKR), Linn Andersson (SWE), Lilach Asulin (ISR), Sabine Bonnin (FRA), Marija Damjanovic (CRO), Sjoukje De Jong (NED), Stéphanie Frappart (FRA), Simona Ghisletta (SUI), Knarik Grigoryan (ARM), Florence Guillemin (FRA), Mihaela Gurdon Basimamovic (CRO), Zuzana Kovacova (SVK), Lina Lehtovaara (FIN), Marina Mamayeva (RUS), Leen Martens (BEL), Dimitrina Milkova (BUL), Monika Mularczyk (POL), Betina Norman (DEN), Aneliya Sinabova (BUL), Marte Sörö (NOR), Hilal Tuba Tosun Ayer (TUR)

Third Group:

Konstantina Boumpouri (GRE), Vesna Budimir (CRO), Cristina Bujor (ROU), Svetlana Ceban (MDA), Berta Maria Correia Tavares Teixeira (POR), Virginie Derouaux (BEL), Giovanna Farinelli (ITA), Tania Fernandes Morais (LUX), Acedo Frias (ESP), Sarah Garratt (ENG), Irina Gavrilova (KAZ), Kamena Georgieva (BUL), Beatriz Gil Gozalo (ESP), Kadriye Gökcek (TUR), Désirée Grundbacher (SUI), Sabayel Gurbanova (AZE), Kristina Husballe (DEN), Ana Jovanovic (SRB), Venera Kahrij Muradova (AZE), Evgenia Kaskantiri (GRE), Eleni Lampadariou (GRE), Monica Larsen (NOR), Biljana Lukic (SRB), Alexandra Papaconstantinou (CYP), Ginta Pece (LVA), Vivian Peeters (NED), Sara Persson (SWE), Ruzanna Petrosyan (ARM), Iryna Petrova (UKR), Agnieszka Plaskocinska (POL), Ivana Projkovska (MKD), Silvia Andreia Rosa Domingos (POR), Sharon Sluyts (BEL), Nelli Stepanyan (ARM), Zuzana Strpkova (SVK), Tanja Subotic (SVN), Marianne Svendsen (DEN), Olga Tanschi (MDA), Irina Tereshchenko (RUS), Johanna Toropainen (FIN), Irina Turovskaya (BLR), Eszter Urban (HUN), Ivana Vlaic (BIH), Olga Zadinova (CZE), Justyna Zajac (POL), Donka Zheleva-Zerzieva (BUL)

sábado, 24 de dezembro de 2011

Pedro Proença: Árbitros falam aquilo que os deixam falar


Pedro Proença diz que "os árbitros falam aquilo que os deixam falar". Declarações do homem do apito à RTP, onde defende o colega Duarte Gomes pelo comentário que fez no Facebook, assumindo o erro no jogo FC Porto-Marítimo (2-0)
"O problema é que os comentários são muitas vezes deturpados", constata Proença, notando que "se calhar as pessoas não estão é habituadas a ouvir o que os árbitros têm para dizer". A dúvida para o juiz é "se o público, os dirigentes e os jogadores estão preparados para os ouvir".

Na RTP o árbitro fala ainda da sua convocatória para o Euro 2012, considerando que "é muito positiva". "Para mim em particular, mas fundamentalmente para a arbitragem portuguesa", releva, atestando que "é o reconhecimento do trabalho que fazemos em Portugal, o qual tem permitido aos árbitros estar ao mais alto nível e serem chamados a estas competições".

Proença aponta ainda que será sua "primeira grande competição", após a "excelente prestação do Olegário [Benquerença] no Mundial 2010", o que salienta ser "um orgulho e uma resposta às críticas de que são alvo os árbitros portugueses".
Fonte: Relvado

RefereeTip deseja Boas Festas

A equipa RefereeTip deseja a todos os seus visitantes um feliz NATAL e um Bom ano novo.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Collina comenta árbitros do EURO

O responsável pelo sector de arbitragem da UEFA, Pierluigi Collina, traça os próximos seis meses de preparação para os 12 árbitros que foram escolhidos para o UEFA EURO 2012, no próximo Verão.

Neste momento, 12 árbitros estão a sentir um imenso orgulho por terem sido escolhidos para participar na fase final do UEFA EURO 2012, na Polónia e Ucrânia, no próximo Verão. Agora segue-se o trabalho difícil, que vai culminar com a realização de alguns dos jogos mais importantes das suas carreiras.
Esta terça-feira, a UEFA anunciou os 12 árbitros que vão dirigir jogos na tão ansiada fase final, que decorrerá entre 8 de Junho e 1 de Julho de 2012. As escolhas são da responsabilidade do Comité de Arbitragem da UEFA – ele próprio composto por antigos árbitros internacionais experientes –, depois de meses de monitorização e observação de candidatos para este evento de prestígio.
"Primeiro identificámos o número de árbitros que considerámos necessários para esta competição e decidimos que 12 era o número certo", disse Pierluigi Collina, o antigo juiz italiano que agora é responsável pelo sector de arbitragem da UEFA. "Também decidimos garantir o máximo de flexibilidade possível ao ter 12 árbitros de 12 países diferentes. Depois, no início desta época, identificámos um número muito restrito de potenciais candidatos. Os seus desempenhos foram acompanhados ao longo dos últimos seis meses e agora finalizámos a lista."
Collina enumerou as qualidades que um árbitro deve ter para participar na fase final de um EURO. "Os 12 fazem parte do grupo de elite, por isso são os melhores árbitros europeus. Todos eles dirigiram jogos da UEFA Champions League nas duas últimas épocas. Deles podem esperar-se dois factores principais – qualidade e experiência. E apenas um deles, Howard Webb, esteve no UEFA EURO 2008. Por isso houve uma renovação significativa."
Estão programados diversos cursos e actividades físicas para os 12 árbitros, à medida que prossegue a contagem decrescente para o UEFA EURO 2012. "Basicamente, os árbitros escolhidos vão seguir a preparação normal estipulada pela UEFA para os árbitros de elite", explicou Collina. "Vamos ter um curso de Inverno na Turquia, no final de Janeiro e início de Fevereiro, antes de os árbitros regressarem às competições europeias, em meados de Fevereiro."
"Depois vão participar num 'workshop' em Varsóvia, no final de Abril e início de Maio. Daqui até Junho, um preparador físico vai monitorizar a sua preparação de uma forma específica. Por exemplo, alguns árbitros estão sujeitos à pausa de Inverno e outros não. Isto é algo a ser levado em linha de conta. Significa que a sua preparação tem que ser diferente e o preparador físico vai criar um programa de treino personalizado para os árbitros, a partir de agora e até ao final das competições nacionais em que participam."
Recuperação e preparação vão então ser cruciais entre o final das competições nacionais e o início do UEFA EURO 2012. "Geralmente, as competições nacionais terminam a meio de Maio, por isso teremos três semanas até ao início do EURO 2012", disse Collina. "É importante para os árbitros recuperarem após uma longa temporada, mas também precisam de estar prontos para o EURO. Para essas três semanas existirão programas específicos. Os árbitros também serão acompanhados regularmente por membros do Comité de Arbitragem da UEFA."
O UEFA EURO 2012 vai ser óptimo para continuar a experiência com árbitros-assistentes adicionais, que se posicionam próximo da baliza, e cujo objectivo é estarem atentos aos lances que acontecem na grande área. Vai ser algo sem precedentes num EURO e vem no seguimento de uma decisão do organismo responsável pelas leis do futebol, o International Board (IFAB). Os árbitros-assistentes adicionais vão formar um quinteto, juntamente com o árbitro principal e os dois árbitros-assistentes regulamentares, e os cinco serão oriundos do mesmo país.
"Também vamos trabalhar a preparação enquanto conjunto com os quintetos, por isso vamos criar uma equipa de cinco baseada na qualidade e no trabalho de grupo", disse Collina. "Vamos trabalhar com eles a partir de agora e até ao EURO, de modo a formar uma equipa sólida."
Collina, um veterano dos grandes jogos de futebol mundiais, incluindo finais de torneios de renome, tem vários conselhos para os 12 árbitros do EURO. "Devem sentir orgulho deles próprios – é um grande feito, mas também têm uma grande responsabilidade, porque têm que estar 100 por cento preparados e prontos a cumprir esta tarefa. Agora, têm alguns dias para estarem felizes e um longo período para se prepararem para a competição."

Fonte: UEFA

Vítor Pereira aplaude Pedro Proença no Euro-2012

Vítor Pereira, novel presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), congratula-se com a nomeação de Pedro Proença para o Euro-2012.

«É a primeira grande boa notícia da arbitragem portuguesa neste novo ciclo. Esta nomeação parece-nos ser o reflexo da qualidade global dos árbitros e da arbitragem portuguesa, do seu empenho e dedicação a esta actividade», referiu Vítor Pereira, em declarações ao site da FPF, argumentando que a nomeação do juiz da AF Lisboa «é o reconhecimento internacional pelo esforço e investimento que se tem produzido na arbitragem em Portugal nos últimos tempos». 

«É significativo o facto de estarem 12 árbitros de 12 países, estamos verdadeiramente na elite da arbitragem europeia. Há 41 países que ficaram fora desta selecção, pelo que estamos particularmente satisfeitos por incluir esta elite da arbitragem europeia», salientou.

Para Vítor Pereira, «Pedro Proença e todos os colegas que o acompanharam neste trajecto estão verdadeiramente de parabéns». «Mas também todos os árbitros portugueses estão de parabéns e, em suma, o futebol português, porque vai estar representado, não só pela Selecção Nacional, mas também pela arbitragem», realçou.


Fonte: A Bola

Pedro Proença é um dos 12 árbitros que estarão na fase final do EURO 2012


O Comité de Arbitragem da UEFA, na sua reunião realizada esta terça-feira, em Nyon, na Suíça, nomeou os 12 árbitros que vão estar encarregues de dirigir os 31 jogos na fase final do UEFA EURO 2012, no próximo ano, na Polónia e Ucrânia, entre os quais se encontra o português Pedro Proença.
Pela primeira vez na história de um Campeonato da Europa, os árbitros vão ter ajuda extra graças à decisão tomada pelo organismo que formula as leis do futebol, o International Board (IFAB), de permitir a continuação da experiência com árbitros assistentes adicionais. As equipas de arbitragem completas serão divulgadas posteriormente.
Os árbitros principais do UEFA EURO 2012 são:
Cüneyt Çakır (TUR)
Jonas Eriksson (SWE)
Viktor Kassai (HUN)
Bjorn Kuipers (NED)
Stéphane Lannoy (FRA)
Pedro Proença (POR)
Nicola Rizzoli (ITA)
Damir Skomina (SVN)
Wolfgang Stark (GER)
Craig Thomson (SCO)
Carlos Velasco Carballo (ESP)
Howard Webb (ENG)
Para além disso, foram ainda nomeados quatro quarto árbitros, que apenas vão actuar nessa função específica. O quarteto é composto por:
Marcin Borski (POL)
Tom Harald Hagen (NOR)
Pavel Královec (CZE)
Viktor Shvetsov (UKR)
Os preparativos dos árbitros para o UEFA EURO 2012 irá incluir diversos cursos e actividades físicas, entre as quais:
• De 30 de Janeiro a 2 de Fevereiro - Curso anual de Inverno da UEFA durante o qual os árbitros vão receber instruções técnicas, bem como planos físicos de treino para seguirem até ao início da fase final.
• De 30 de Abril a 3 de Maio - "Workshop" preparatório dos árbitros, em Varsóvia: os quintetos de arbitragem vão treinar juntos no respectivo centro de estágio e também vão ser submetidos a testes físicos e irão rever a aplicação das instruções técnicas recebidas anteriormente.
• 4 de Junho - Chegada das equipas de arbitragem a Varsóvia para a fase final do torneio.

Fonte: UEFA

Provavelmente o melhor auto-golo da história...


Aconteceu em Hong-Kong aquele que é certamente um dos mais bonitos auto-golos da história do futebol...
 

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Ravshan Irmatov nomeado para a final do Mundial de Clubes


Já foram anunciadas as nomeações para os últimos jogos do mundial de clubes. De seguida confirmem as nomeações.


Final


Santos FC vs FC Barcelona
Árbitro: Ravshan IRMATOV (UZB)
Árbitro Assistente 1: Abdukhamidullo RASULOV (UZB)
Árbitro Assistente 2: Bakhadyr KOCHKAROV (KGZ)
4º árbitro: Yuichi NISHIMURA (JPN)
5º árbitro: Toru SAGARA (JPN)


Terceiro Lugar


Kashiwa Reysol vs Al-Sadd Club
Árbitro: Noumandiez DOUE (CIV)
Árbitro Assistente 1: Songuifolo YEO (CIV)
Árbitro Assistente 2: Djibril CAMARA (SEN)
4º árbitro: Nicola RIZZOLI (ITA)
5º árbitro: Renato FAVERANI (ITA)


Fonte: fifareferees

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Beckenbauer contra a tecnologia no futebol

A lenda do futebol alemão Franz Beckenbauer mostrou-se contra a introdução de tecnologia no futebol para ajudar os árbitros a controlar a linha de baliza. A FIFA já aprovou um sistema que será estreado no Mundial 2014, mas o alemão, tal como o presidente da UEFA, Michel Platini, não gostou da decisão. 

«Nesse aspecto concordo com ele [Platini]. O futebol é um jogo simples, com regras simples e que vive das emoções. Não podemos mudar isso. A tecnologia pode tirar o lado humano do futebol», argumentou. 

Para resolver os constantes lances de dúvida se uma bola entra ou não na baliza, Beckenbauer defende os árbitros de baliza. «É um sistema que já deu provas», justifica. 

O último Mundial ficou marcado por um lance em que a bola entrou claramente na baliza da Alemanha, no jogo com a Inglaterra, mas que não foi validado pelo árbitro da partida.


Fonte: Mais Futebol

José Pereira candidata-se à presidência da APAF

José António Pereira, ex-árbitro da primeira categoria nacional, de Aveiro, e actual vice-presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol, vai ser candidato às eleições da APAF, que terão lugar no início do próximo ano, em data a anunciar proximamente.

Luís Guilherme, recentemente eleito para ocupar o cargo de vogal no CA da FPF (secção do futebol profissional) abandona, pois, a liderança da APAF.


Fonte: A Bola

Comunicado do Núcleo de Árbitros António Matos (Faro) sobre agressão a árbitro

Cristiano Pires - Árbitro vítima de agressão

Comunicado do Núcleo de Árbitros António Matos- Faro

Vem este núcleo repudiar a agressão de que foi vitima o nosso colega Cristiano Pires enquanto assistia a um jogo do passado domingo nas Ferreiras e demonstrar toda a nossa solidariedade e apoio no que for preciso.

É lamentável que as pessoas não saibam que um árbitro é um ser humano como todos os outros e que tem direitos e deveres como todos na nossa sociedade.
Este núcleo espera que o covarde agressor seja punido exemplarmente e que situações destas não ocorram futuramente.

Um abraço de força Cristiano, para ultrapassares as mazelas, principalmente psicológicas, deste triste acontecimento pelo qual passaste.

Faro, 13 de Dezembro de 2011
Núcleo de Árbitros António Matos- Faro
Bruno Brás



quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Nomeações para 13ª Jornada da Liga Zon Sagre e 12ª da Liga Orangina


13ª jornada da Liga Zon Sagres
Feirense-Leiria = Paulo Baptista
Nacional-Setúbal = Hugo Pacheco
Benfica-Rio Ave = Bruno Esteves
Académica-Sporting = Rui Costa
Porto-Marítimo = Duarte Gomes
Paços-Beira-Mar = Hélder Malheiro
Olhanense-Braga = João Ferreira
V. Guimarães-Gil Vicente = André Gralha

12ª jornada da Liga Orangina
Freamunde-Portimonense = Rui Patrício
Oliveirense-Leixões = João Capela
Trofense-Arouca = Marco Ferreira
União-Naval = Manuel Mota
Belenenses-Santa Clara = Bruno Paixão
Estoril-Moreirense = Carlos Xistra
Penafiel-Covilhã = Marco Ferreira
Aves-Atlético = Jorge Sousa

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Árbitros de futsal prontos para a acção em 2012


O curso internacional da UEFA para árbitros de futsal, que decorreu em Praga, serviu para preparar os juízes para o UEFA Futsal EURO 2012, mas também para informar os delegados do rápido desenvolvimento da modalidade.






Os árbitros europeus de futsal estiveram esta semana em Praga para mais um curso da UEFA, com o organismo responsável pelo futebol europeu a manter a aposta na campanha de treino e desenvolvimento integral dos árbitros. Um dos pontos mais importantes na agenda foi o UEFA Futsal EURO 2012, que vai ser disputado na Croácia, nas cidades de Zagreb e Split, entre 31 de Janeiro e 11 de Fevereiro.


Quarenta árbitros das três categorias da UEFA estiveram na República Checa, com o presidente do Comité de Arbitragem e terceiro vice-presidente da UEFA, Ángel María Villar Llona, membros do Comité de Arbitragem, instrutores de árbitros e observadores, para além de uma equipa de preparadores físicos liderada pelo especialista belga Werner Helsen. Na reunião estiveram também dois árbitros da Confederação Asiática de Futebol (AFC). O novo presidente da Federação Checa de Futebol (CMFS), Miroslav Pelta, foi um observador atento.


O curso foi dividido em sessões de trabalho teóricas e práticas, incluindo um estudo sobre as alterações às regras do futsal, a aplicação uniforme dessas leis e o sistema de comunicação entre os árbitros que vai ser utilizado no UEFA Futsal EURO 2012. Os testes físicos realizados pelos árbitros incluíram uma corrida de 1000 metros e testes de velocidade e agilidade. A UEFA também informou os árbitros das tarefas administrativas que devem cumprir nos jogos, enquanto o representante da AFC, Yasuhiro Matsuzaki, realizou uma apresentação sobre as estruturas de futsal na confederação asiática.


O formador de árbitros Pedro Galán Nieto explicou ao UEFA.com que os jovens juízes são os que vão beneficiar mais desta partilha de experiências em Praga. "O mais importante para os jovens é saberem agir com determinação, agarrar as oportunidades e desenvolver este desporto, e usarem essa experiência para se assumirem como o futuro da arbitragem na Europa."


O encontro também permitiu destacar as alterações no futsal e na arbitragem ao longo dos anos. "Mudou radicalmente", acrescentou Galán Nieto. "Porque é que mudou? Porque o jogo se alterou e porque os jogadores actuais de futsal são muito diferentes dos de antigamente. Por isso é que os árbitros de futsal têm de evoluir na mesma direcção da modalidade, que se pratica de forma muito mais rápida. A vertente física dos árbitros assumiu uma enorme importância na evolução da arbitragem no futsal."


"A maior alteração no futsal foi o aumento da velocidade do jogo", continuou o espanhol. "Os atletas jogam muito depressa e a bola circula mais rápido em campo. Isso obriga o árbitro a adaptar-se à maior velocidade e a ter uma boa comunicação e trabalho de equipa com o outro árbitro."


Como se pode comparar a actividade dos árbitros de futsal com os de futebol de 11? "A actividade de um árbitro de futsal é muito semelhante ao de um árbitro assistente no futebol", explicou Werner Helsen, que também acompanha os árbitros e assistentes do futebol de 11 na Europa. "Por exemplo, ao nível da mudança de actividade, é muito exigente. No futsal um árbitro tem de mudar de actividade a cada dois segundos entre 'jogging', corrida e deslocamentos laterais. Fazem uma média de 1,5 quilómetros de corrida com alta intensidade e percorrem entre 6 e 8 quilómetros durante um encontro, o que é comparável ao que faz um árbitro assistente num jogo de futebol."


"Em termos de concentração visual, a arbitragem no futsal é ainda mais exigente por causa da velocidade", acrescentou Helsen. "Globalmente, ao mais alto nível, é um enorme desafio."


Os delegados presentes no curso saíram de Praga com a confiança reforçada para os próximos desafios. "Esta reunião é muito importante, pois permite-nos falar sobre a coesão e uniformidade das regras, ao mesmo temo que ficamos a conhecermo-nos uns aos outros", afirmou o árbitro checo Karel Henych, que saudou a iniciativa. "É fundamental que se realizem este encontros para os árbitros que vão estar no Europeu de futsal e também para os jovens árbitros."




Fonte: UEFA

Árbitro macedónio no Club Brugge - Braga


A UEFA nomeou o árbitro macedónio Aleksandar Stavrev para arbitrar o Club Brugge-Braga, referente à sexta e última jornada da fase de grupos da Liga Europa.
Stavrev é já um juíz conhecido das equipas portuguesas, ao ter dirigido na última época a partida ente o Rapid Viena e o FC Porto, que os dragões venceriam por 3-1.
A deslocação dos bracarenses à Bélgica está agendada para esta quinta-feira, às 20h05.

Fonte: Sapo Desporto

Mike Dean dirige Lazio-Sporting


O árbitro inglês Mike Dean foi o escolhido pela UEFA para dirigir o próximo embate entre o Sporting e a Lazio, em Roma, para a última jornada da fase de grupos da Liga Europa.
O juiz inglês, um dos mais cotados da Premier League, não é um total desconhecido para as equipas portuguesas, tendo estado presente no Estugarda-Benfica dos 16 avos de final da anterior edição da Liga Europa. 
Recorde-se que o Sporting já carimbou há muito o seu passaporte para a próxima fase da competição. 
O desafio desta quarta-feira entre os leões a formação 'laziale' disputa-se às 18h00. 

Fonte: Sapo Desporto

Paulo Paraty disponível para dirigir APAF

Paulo Paraty está disponível para presidir à APAF. Luís Guilherme está de saída da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol para integrar o novo Conselho de Arbitragem da FPF.

O antigo árbitro internacional Paulo Paraty declara-se disponível para assumir a presidência da Associação, agora que o actual líder, Luís Guilherme, vai integrar o novo Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol.
Paulo Paraty disse à TSF que, se tiver o apoio da classe, avança para a liderança da APAF. O ex-árbitro assume que pode não ser uma unanimidade entre a classe da arbitragem, mas sente que é respeitado pela generalidade dos seus pares.
Por outro lado , Paraty mostrou-se optimista com o novo Conselho de Arbitragem da FPF que será presidido por Vitor Pereira.

Fonte: TSF

sábado, 10 de dezembro de 2011

Nomes dos membros do futuro Conselho de Arbitragem da FPF


Este é o elenco que irá comandar os destinos da arbitragem Portuguesa nos próximos anos:

Presidente do Conselho de Arbitragem:
Vitor Pereira

Secção Futebol Profissional do C.A.:
Domingos Gomes
Luís Guilherme
Antonino Silva
Lucílio Baptista
Suplentes: Elmano Santos e José Pratas


Secção Futebol Não Profissional do C.A.:
Paulo Costa
Carlos Carvalho
João Simões da Rocha
Jorge Manuel Ferreira Nunes
Suplentes: José Bernardino e Fernando lima

Secção de Classificações do C.A.:
Vítor Tomás
Nuno Castro
Humberto Viegas
José Maria Ferreira Nunes
Suplentes: Carlos Guerra e Alberto da Rocha Monteiro

Para mais detalhes consulte a Acta Geral Extraordinária Eleitoral da FPF