terça-feira, 31 de dezembro de 2013


FIFA anula o Guiné-Espanha que se jogou em Novembro por causa do árbitro


A FIFA retirou o jogo entre a Guiné Equatorial e a Espanha da lista de jogos da Espanha no site oficial, o que significa que foi anulado e não entra nas contas do organismo que dirige o futebol. 

De acordo com o El Confidencial, a anulação do amigável teve a ver com o árbitro.

A Guiné escolheu um árbitro local para dirigir o encontro particular que a Espanha ganhou (2-1), o que é permitido pela FIFA, mas só cumprindo rigorosos critérios: ora o nome do árbitro não terá sido comunicado à FIFA com a antecedência que os regulamentos exigem e por isso o jogo foi anulado.

O jogo de 16 de novembro foi por isso anulado, o que prejudica sobretudo o jovem Marc Bartra: o jovem defesa do Barcelona estreou-se com a camisola nacional espanhola precisamente nesse jogo, somando a primeira internacionalização. Com a anulação do jogo, ainda não é internacional.


Fonte: Mais Futebol

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Vídeo: invasão de campo de «avozinha» portuguesa corre mundo


As imagens passaram na SportTV, foram colocadas no Youtube e agora correm mundo.
A seção de desporto do Yahoo fez das imagens notícia a ajudou-o a passar as 65 mil visualizações. E a contar.
Que mostra o vídeo? De acordo com o título do jornalista do Yahoo, uma «avozinha» que invade um campo de futebol na Liga portuguesa e acaba, sorridente, a regressar à bancada.
Tudo aconteceu no Marítimo-Sp. Braga, da última jornada.
Cenas destas já nem são habituais em Portugal, mas quando acontecem, o mundo vê-as.
Quando à adepta, Melinha, é muito conhecida em Portugal. Sobretudo em Braga, onde não perde uma partida, como pode ver:

domingo, 29 de dezembro de 2013

Video: a inacreditável falta de fair-play da equipa de José Peseiro

O Al-Wahda, de José Peseiro, protagonizou um momento inacreditável e que está a correr mundo: o golo do empate foi marcado na sequência de uma devolução de bola não concretizada. 

Tudo começou, aliás, quando os jogadores do Dubai esperavam que o Al-Wahda devolvesse a bola, que tinha sido atirada para fora pelo Dubai, precisamente. 

O defesa da equipa de Peseiro até pareceu querer devolver a bola, mas o avançado Sebastián Tagliabúe aproveitou o lançamento demasiado longo e isolou-se na cara do guarda-redes. Com os adversários todos parados em protestos, fez o golo do empate (1-1) com que acabou o jogo.

Tão inacreditável como o gesto foi o facto de quase falhar, com a baliza praticamente aberta.

Veja como tudo aconteceu:





Fonte: Mais Futebol

Árbitro portuense Pedro Campos agredido em jogo do CNS

O árbitro Pedro Campos, da AF Porto, apresentou queixa na GNR de Barcelos contra Rui André, jogador do Vianense, por agressão. Tudo aconteceu na fase em que o jogo entre o Santa Maria e o Vianense entrava no tempo de compensação. Rui André viu um cartão vermelho e perdeu a cabeça, esmurrando o juiz portuense e atirando-se ao pescoço de Pedro Campos. 
«Fez-lhe uma gravata», explicou uma testemunha no local, a A BOLA. 

O árbitro não necessitou de assistência hospitalar, mas em face da gravidade do episódio não hesitou em seguir a direção do posto da GNR de Barcelos depois de sair do Estádio do Santa Maria, para formalizar a queixa por agressão. 

Rui André, de 29 anos, é natural da freguesia de Roriz, em Barcelos, onde reside. 

Tanto os adeptos do Vianense como os do Santa Maria conhecem-no bem e é considerado uma pessoa recatada, que terá simplesmente sido traída pelas emoções de um jogo duramente disputado.

O relatório do árbitro irá agora ser apreciado pelas esferas disciplinares da Federação Portuguesa de Futebol.


Fonte: A Bola

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Talho do árbitro Manuel Mota foi vandalizado


O talho do árbitro Manuel Mota foi vandalizado. O estabelecimento, que se situa na frequesia de Moure, ficou com as paredes pintado com esta frase: «Mota lampião, não prejudiques o leão.»
Segundo o jornal Vilaverdense, Manuel Mota já apresentou queixa na GNR. 
O árbitro Manuel Mota esteve "debaixo de fogo" na última jornada da I Liga, ao anular um golo ao Sporting no empate dos Leões frente ao Nacional a zero bolas.
O juiz de Braga recebeu duras críticas, principalmente de Bruno de Carvalho, presidente do Sporting, que afirmou que os presidentes de Benfica e FC Porto tinham conseguido ganhar dois pontos ao Sporting.
Os Leões acusaram ainda o árbitro de permitir jogo violento por parte dos jogadores do Nacional.

Fonte: Sapo Desporto

Emirados Árabes Unidos: Árbitro agredido no jogo de Hugo Viana

Al Ahly du Dubai vence com penálti controverso aos 90+6

Hugo Viana já não estava em campo, mas foi titular na vitória polémica do Al Ahli no terreno do Ajman. 

O árbitro da partida foi agredido por um dirigente da equipa da casa, depois de ter assinalado uma grande penalidade aos 90+6 minutos, quando tinha dado cinco minutos de descontos.

As equipas estavam empatadas, mas o clube do internacional português viria a ganhar com o golo de Ciel, o que desencadeou uma reação agressiva dos da casa.

Refira-se que com o 2-1, o Al Ahli fica com 29 pontos, mais sete que o Al Shabab (menos um jogo). Já o Ajman é penúltimo, com os mesmos pontos do último.



Fonte: Mais Futebol

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

José Gomes: "Profissionalismo não acaba com os erros dos árbitros"

José Gomes acredita que o projecto do profissionalismo dos árbitros portugueses, já em curso, contribuirá de forma decisiva para elevar o sector a um "patamar de excelência", mas alerta para o perigo de que a opinião pública possa perceber que tal passo represente a obrigatoriedade da erradicação dos erros.


Em entrevista a Bola Branca, o presidente da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) é claro quanto à matéria, exortando os dirigentes a promover uma mentalidade de tolerância quanto aos juízes.

"Acreditamos no projecto [do profissionalismo] e espero que o futuro venha a dar-lhe razão. Como costumo dizer, não é o profissionalismo que vai acabar com os erros de arbitragem, tal como os jogadores são profissionais e falham passes. O que tem que se criar é uma mentalidade diferente dentro do futebol. É preciso perceber que o erro do árbitro é um erro comum, como cada um de nós temos na nossa profissão. Quando conseguirmos perceber isso, o futebol português vai ser diferente", sustenta.

Causou alguma estranheza o facto de que a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) tenha avançado com 150 mil euros para garantir a implementação do profissionalismo dos árbitros até ao final da presente temporada.

Sabendo-se que cada um dos nove juízes profissionais (Olegário Benquerença, Pedro Proença, Duarte Gomes, Jorge Sousa, Carlos Xistra, Artur Soares Dias, João Capela, Hugo Miguel e Marco Ferreira) será remunerado com um salário na ordem dos 2500 euros mensais e que receberá, ainda, os prémios de jogo estipulados desde o início da temporada - os árbitros recebem sensivelmente 1300 euros por partida dirigida na Primeira Liga - e que o orçamento estipulado pela Liga de Clubes para a arbitragem de Primeira Categoria ronda os 4,7 milhões de euros por época, a questão é simples: chegarão 150 mil euros para assegurar o normal funcionamento do sector profissional da área?

"Este valor foi o mínimo que achámos para que o projecto avançasse e que os árbitros aceitaram. Os 150 mil euros são o valor avançado para o início do projecto e para que que se possa chegar ao final da época. Tudo o resto, como prémios de jogo, está contido no orçamento da Liga para esta época", explica o líder da APAF, revelando a intenção da Liga de Clubes de integrar de forma activa o projecto do profissionalismo. 

"A Liga já nos confidenciou que quer fazer parte do projecto e arranjar verbas para a sustentabilidade do projecto no futuro", adianta.

Mostrando-se crente na concretização de um dos principais objectivos do Conselho de Arbitragem - promover um quadro total de árbitros e árbitros-assistentes profissionais no arranque da temporada de 2016/17 - José Gomes faz uma pequena ressalva.

"É um processo gradual e no qual os árbitros terão que ser introduzidos, consoante as necessidades do nosso futebol. Ao longo destes três anos é preciso criar condições e ver a necessidade do futebol português de ter todos os árbitros profissionais. O projecto está estruturado para que sejam integrados todos os árbitros da Primeira Categoria [como profissionais, no início de 2016/17]", argumenta.

Ainda a confusão das classificações
O final da época passada ficou marcado, no sector da arbitragem, pelo processo das classificações, devido a erros na elaboração das avaliações dos juízes.

"Mascaradas" de critérios que os árbitros desconheciam, as classificações espelharam a cisão que se vivia, na altura, no seio do Conselho de Arbitragem, tendo mesmo havido a necessidade de se proceder a uma nova tabela de avaliações.

"A época passada não foi bem preparada pelo Conselho de Arbitragem. As coisas estão, neste momento, bem encaminhadas para que tudo retorne à realidade. Estou em crer que este ano nada disso irá acontecer", comenta José Gomes, confessando alguma surpresa pelo facto de, após a polémica, nenhum elemento do órgão que tutela a arbitragem nacional tenha assumido publicamente quaisquer responsabilidades.

"Consequências houve, internas. Mas, realmente, numa posição dessas, claro está que teria que haver uma responsabilização ou teria que ser apontado um responsável por tudo aquilo que se passou", atira.

Proença no Mundial contra as críticas internas
Uma prova da qualidade da arbitragem portuguesa? Pedro Proença, árbitro da final do Euro 2012 e da final da Liga dos Campeões desse mesmo ano, será o representante luso a marcar presença no Mundial 2014, a par da Selecção Nacional.

"Convicto" de que esse cenário se concretize, José Gomes faz uso do exemplo do juiz lisboeta para atestar as capacidades que a arbitragem portuguesa ostenta. Mas, ao que tudo indica, com muito mais respeito além-fronteiras.

"Muitas das vezes o que ouvimos, aqui em Portugal, é que os árbitros portugueses actuam melhor lá fora. Não é isso. Lá fora, o árbitro não é incomodado, está muito mais à-vontade para realizar o seu trabalho. Não existe a crítica constante que há aqui e não há a escalpelização de um erro, porque a FIFA e a UEFA não o permitem. Os erros que os árbitros cometem em Portugal são os mesmos que cometem nas competições europeias", conclui.

Fonte: Renascença

«Derby mexeu com a família Duarte Gomes» - José Gomes


O presidente da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF) lamenta a pressão que é exercida sobre os profissionais do setor e recorda o impacto que último derby entre Benfica e Sporting para a Taça de Portugal teve em Duarte Gomes. 

«Não é durante o jogo que o árbitro se sente mais incomodado com isso (pressão). É durante a semana após o jogo. A semana após o derby que o Duarte Gomes arbitrou mexeu com a família dele e isso é que incomoda os árbitros. Não consigo perceber como é que dirigentes do futebol, cada vez que há um erro, acham que é premeditado ou intencional. Isso não cabe na cabeça de ninguém», disse José Gomes em declarações à Renascença.

O dirigente assegura, porém, que o árbitro que for nomeado para o Sporting-FC Porto do próximo domingo, para a Taça da Liga, entrará em campo alheado das críticas: «A crítica é constante. Eles (os árbitros) sabem que, se errarem, no dia seguinte vai estar toda a gente atrás deles. Muitos deles deixaram de ver certo tipo de programas ligados ao futebol e ler jornais para estarem aliviados e não terem que pensar que um presidente de um clube anda em guerra com o presidente de outro clube.»

As críticas de Bruno de Carvalho, presidente do Sporting, à arbitragem de Manuel Mota após o último jogo com o Nacional não vão, por isso, «interferir em nada»: «O árbitro que for escalonado para esse jogo estará simplesmente concentrado na tarefa que tem de desempenhar. Nenhum árbitro gosta de errar, muito menos nestes jogos mediáticos que têm uma exposição enorme.»


Fonte: A Bola

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Brasileiro Sandro Meira Ricci apita a final do Mundial de Clubes

O brasileiro Sandro Meira Ricci será o árbitro da final do Mundial de Clubes de Fifa, disputada entre o Bayern de Munique e Raja Casablanca, este sábado, em Marrakech, Marrocos.
Ricci será auxiliado pelos compatriotas Emerson de Carvalho e Marcelo Van Gasse. O trio foi escolhido graças à eliminação do Atlético-MG, que perdeu nas meias-finais contra a equipa marroquina por 3-1, na última quarta-feira.
O trio brasileiro dirigiu a partida dos quartos-de-final onde o Guangzhou Evergrande venceu o Al Ahly por 2 a 0.

Spray limitador de barreiras vai ser usado no Mundial 2014


Joseph Blatter, presidente da FIFA, anunciou esta quinta-feira que os árbitros vão poder utilizar um spray para limitar a distância das barreiras na marcação de livres no Campeonato do Mundo do próximo verão. Uma ferramenta que está a ser testada com sucesso no Campeonato do Mundo de Clubes e que também já tinha sido testada no Mundial de sub-17 este ano.

«Penso que é uma excelente solução, houve quem dissesse que tirava muito tempo ao jogo e eu também cheguei a estar céptico a certa altura, mas os árbitros que já utilizaram este sistema estão muito satisfeitos», disse o dirigente suíço em Marrocos, onde se está a disputar o Mundial de Clubes.

Este spray é utilizado especialmente na marcação de livres perto da grande área, quando o árbitro precisa de fixar a distância de 9.15 metros, podendo recorrer a esta nova ferramenta para traçar uma linha no relvado que os jogadores terão de respeitar. A linha é volátil e desaparece num espaço de um minuto.

O spray já tinha sido utilizado nos campeonatos da Argentina e no Brasil. «Os representantes do Bayern disseram-nos que aqui [Mundial de Clubes] podem marcar livres com a barreira a nove metros de distância, enquanto em casa está a apenas cinco. É uma novidade, vamos começar a aplicá-la no Campeonato do Mundo do próximo ano», revelou ainda Blatter.

Apesar de tudo, o recurso ao spray não é consensual. Marcelo Lippi, treinador dos chineses do Guangzhou Evergrande, queixou-se da forma como o árbitro mediu as distâncias no jogo em que o Bayern venceu por 3-0. «A barreira estava a quinze metros da bola», atirou o antigo selecionador italiano.

Proença e Olegário mantêm-se na elite. Hugo Miguel promovido ao Grupo 2 da UEFA.


O Comité de Arbitragem da UEFA divulgou, esta quarta-feira, a composição dos diversos grupos de juízes, destacando-se a manutenção dos portugueses Pedro Proença (AF Lisboa) e Olegário Benquerença (AF Leiria) no lote de elite.

Logo abaixo, Jorge Sousa (AF Porto) e Duarte Gomes (AF Lisboa) continuam a figurar entre os 68 árbitros do Grupo 1.

De resto, Hugo Miguel (AF Lisboa) foi promovido ao Grupo 2, fazendo companhia a Artur Soares Dias (AF Porto) e Carlos Xistra (AF Castelo Branco).

João Capela (AF Lisboa) e Marco Ferreira (AF Madeira) continuam a integrar o Grupo 3, última tabela da hierarquia.

Fonte: RR

Árbitro suspenso por fraco desempenho

A federação búlgara suspendeu o árbitro Vladimir Valkov, depois de este ter apresentado um fraco desempenho na vitória do Ludogorets frente ao Lokomotiv Sofia (4-0), no passado domingo. O juiz foi suspenso por tempo indeterminado, revelou a comissão de arbitragem, em comunicado.

A suspensão surge na sequência de um protesto do Lokomotiv, que acusou a equipa de arbitragem de «ajudar os anfitriões» e apontou que três dos golos do Ludogorets resultaram de más decisões do árbitro.

Vladimir Valkov, que dirige partidas do primeiro escalão há 5 anos, não é caso único no futebol búlgaro. Nas últimas temporadas, outros árbitros também foram suspensos com base no seu desempenho.

Fonte: Mais Futebol

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Vídeo: Jorge Sousa: «Jogo sem vermelhos e penáltis não é jogo!»



Jorge Sousa, o n.º2 da arbitragem portuguesa, árbitro internacional e agora também com o estatuto de profissional, deu uma lição a jovens árbitros presentes no Núcleo de Árbitros Francisco Guerra, no Porto. O árbitro de Lordelo criticou uma certa forma de apitar em Portugal, confessou ter uma fada que o acompanha e explicou como preparou o Gil Vicente - Sporting.

Fonte: Record

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

FPF vai apoiar centro de treinos dos árbitros da AF Bragança

O centro de treinos dos árbitros da Associação de Futebol de Bragança (AFB) vai ser patrocinado pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF), a garantia foi deixada por Vítor Pereira, presidente do Conselho de Arbitragem da FPF, na visita a Bragança na passada sexta-feira.


“Vamos criar um programa que vise ter os centros de treinos patrocinados pela Federação. A A.F.Bragança ainda não tem esse patrocínio e queremos que no início da próxima época isso aconteça”, garante.


A novidade deixa Humberto Anes, presidente do Conselho de Arbitragem da AFB, agradado. “Temos que nos sentir satisfeitos com esta promessa pois acredito que o presidente Vítor Pereira vai cumprir. Todas as ajudas são bem-vindas”, refere Humberto Anes. 


A visita de Vítor Pereira inseriu-se no Programa Nacional de Recrutamento e Retenção de árbitros, duas problemáticas identificadas na maioria das associações de futebol do país.


Depois do diagnóstico a Federação Portuguesa de Futebol vai criar um conjunto de medidas para recrutamento e evitar que os árbitros abandonem precocemente a arbitragem. 


A Associação de Futebol de Bragança é das poucas do país que tem árbitros suficientes para arbitrar todos os jogos, desde as camadas jovens aos seniores. Este é um dos pressupostos da FIFA ter um trio de arbitragem credenciado para os jogos.


Humberto Anes realça a aposta do Conselho de Arbitragem da AFB nos últimos anos na formação de árbitros. “Temos apostado bastante na formação e a prova disso é que não nos faltam árbitros. Está a decorrer um curso que conta com 21 futuros árbitros. Estamos satisfeitos com o facto”.

Com quatro árbitros de futebol nos quadros nacionais o objectivo da AFB é colocar um árbitro na Liga Profissional.


Vítor Pereira diz que depende “do trabalho de cada árbitro”, conclui o presidente do Conselho de Arbitragem da FPF.

Fonte: Jornal Nordeste

sábado, 14 de dezembro de 2013

Reportagem: A geração do futuro está aí para as curvas

O Jornal i foi acompanhar as duas sessões práticas do curso de formação de árbitros da Associação de Futebol de Lisboa.

 O mercado de Benfica está agitado e nas imediações é preciso sofrer para encontrar um lugar para estacionar. Os sábados de manhã são sempre complicados e, neste início de 16 de Novembro, a enchente no Francisco Lázaro, estádio do Futebol Benfica, acentua as dificuldades. Quem dobra a esquina à entrada do campo demora a perceber o que se está a passar no relvado. Em frente a um dos bancos, várias dezenas de pessoas aguardam a chamada para vestir um colete numerado da Associação de Futebol de Lisboa (AFL) que os distinga. O grupo é heterogéneo e demasiado numeroso - mais de 50 - para ser apenas um grupo de amigos que trocou os lençóis pelo relvado sintético, para começar o fim-de-semana a fazer desporto. Há miúdos, há adultos, uns com chuteiras, outros com simples ténis. Eventualmente, poderia ser um curso de treinadores, mas as dúvidas dissipam-se quando, após uns primeiros minutos de aquecimento, as primeiras bandeirolas se desfraldam.
Aquele grupo à nossa frente é uma das próximas gerações da arbitragem portuguesa, num curso que começou a 5 de Novembro e termina hoje com as duas avaliações: escrita e física. Dentro de campo está também Agostinho Correia, o dirigente responsável pela formação. Acompanhado por vários monitores e árbitros, tem um papel pouco activo enquanto a sessão se desenrola. Limita--se a observar, comentar e perceber até que ponto poderão estar ali os sucessores de nomes como Duarte Gomes, Pedro Proença, João Capela e Hugo Miguel. É também ele que nos faz uma primeira apresentação ao curso e responde à primeira pergunta: afinal de contas, o que faz com que alguém queira ser árbitro? "Bom, se calhar, o que eu vou dizer não é verdade, mas o ter pouco jeito para jogar à bola." Agostinho, com 62 anos feitos nesse dia, ri-se e reconhece que, pelo menos no caso dele, foi assim em 1976. "Nunca tive jeito para isso, tenho dois tijolos nos pés. Vi um anúncio no jornal 'Record' e decidi fazer o curso. Mas, na altura, o mais importante era empinar as leis; agora é mais rápido, é diferente", explica o dirigente, que se manteve como árbitro durante "15, 16" anos e depois ainda foi observador dos escalões nacionais por mais 19.
A AFL precisa de árbitros, mas não tem capacidade para fazer publicidade em meios de grande divulgação. O método mais utilizado passa por utilizar os núcleos espalhados pelo distrito e o arranque é feito quando se atinge um número satisfatório de candidatos. Este ano, foram à volta de 60 e pagaram, quase todos, 40 euros. Os adolescentes até aos 17 anos ficam isentos do pagamento, ao abrigo de uma estratégia delineada para cativar os jovens e tornar a arbitragem mais atractiva. Qualquer interessado entre os 14 e os 32 anos pode candidatar-se, abrindo-se uma excepção para quem tenha até 36, desde que apresente um passado de atleta federado. Ainda assim, as expectativas de progressão, neste caso, são nulas, já que para chegar, por exemplo, a escalões nacionais, é preciso começar a carreira com um máximo de 26 anos. "Se calhar, metade dos que hoje estão aqui já não o conseguem", explica Agostinho Correia.
Indiferentes à matemática da progressão e às expectativas de uma carreira que agora até pode chegar ao profissionalismo, os formandos vão fazendo o seu trabalho dentro de campo. O grupo está dividido em dois e, no lado da bancada principal, é Manuel António Correia, coordenador da Comissão Técnica, quem assume as rédeas durante um exercício direccionado para a actividade de árbitro assistente. "Estica o braço!", "O braço é paralelo à perna!" e "Encosta a bandeira ao corpo!" são alguns dos conselhos mais repetidos de uma forma enérgica que, mais tarde ou mais cedo, se percebe ser a sua forma de estar.
Um a um, os candidatos são postos à prova, enquanto os restantes vão observando, num misto de sorrisos com o ar desajeitado dos colegas e preocupação pela vez que está a chegar. A estreia não é fácil e obriga a cumprir religiosamente um conjunto de truques para que toda a acção seja mais harmoniosa. A bandeirola segue imprescindivelmente do lado do campo, a mudança de mão é sempre feita na zona do ventre, o dedo indicador deve estar esticado para facilitar o ângulo perfeito para assinalar o lançamento lateral, a falta, o pontapé de baliza, o canto ou o fora-de-jogo. E tudo isto tem de ser feito, repete Manuel, "com elegância e com a bandeira desfraldada". Pelo meio, segue-se um conselho para o futuro: "Em campos em que a bancada esteja mais próxima e haja espectadores agressivos com chapéus-de-chuva ou com outros objectos, podem andar do lado de dentro do campo." Percebe-se que transpira paixão pelo que faz e vai sugerindo aos candidatos que treinem em casa, em frente ao espelho. "Para mim, a arbitragem é um desporto como outro qualquer e pode ser praticada no parque", diz-nos durante o exercício, regressando rapidamente à correcção do que cada um vai fazendo. "Olha lá o que estás a fazer. Achas que a bandeira é assim? Estica lá bem o braço! Mais! Mais! É isso."
UNIDOS POR UM DESEJO A meio da manhã há um intervalo e as bolas saltam finalmente para dentro de campo. É o momento ideal para perceber até que ponto se confirma a brincadeira inicial de Agostinho Correia. Enquanto uns aproveitam para ir ver o jogo que decorre no campo de cima, outros recreiam-se com a bola. Conclusão? É, de facto, um grupo heterogéneo, onde a qualidade técnica pouco importa para estarem ali. Na verdade, só a vontade de vir a ser árbitro os une. A pausa é também o momento ideal para falarmos com dois candidatos: o mais novo e o mais velho.
Gonçalo Serzedas enverga o colete com o número 36 e percebe-se facilmente que é o mais novo. Com 14 anos feitos em Junho, fala ao i com uma timidez própria da idade. O discurso sai engasgado num primeiro momento, mas não hesita na altura de dizer que sempre quis experimentar o que era estar no lugar de árbitro - o avô, José Manuel, ter trabalhado no Conselho de Arbitragem, influenciou. Por mais estranho que possa parecer, por causa da idade, estar ali é uma vontade que já foi travada no passado: "Quando tinha 12 anos, uma senhora que trabalhava na Associação de Futebol de Lisboa falou-me do curso, mas depois eu soube que ainda não podia."
Antes, o limite inferior era de 16, mas a redução para 14 permitiu a Gonçalo realizar o desejo. O irmão mais velho rejeitou o desafio, mas ele não pensou duas vezes. Ser árbitro não é uma paixão partilhada pelos amigos da sua idade, mais preocupados em jogar futebol do que em apitá-lo dentro de campo, e por isso enfrenta algumas reacções mais complicadas. "Gozar? Não, não é bem gozar, mas põem em causa a minha vontade. 'Queres mesmo ser árbitro? É uma granda treta!', dizem-me." Imune a essas opiniões, o adolescente que até jogou no São Pedro (Ericeira) tem um objectivo bem definido: "Gostava de ser árbitro internacional."
O sonho de Gonçalo não está ao alcance de Hélder Alves, o "veterano" do curso, com 36 anos. O ex-jogador do Loures nas camadas jovens também passou pelos seniores do Pinheiro de Loures e pelo futsal, e é graças a essa experiência que pôde recorrer à alínea excepcional. "O desporto é a minha vida e também tenho treinado algumas equipas, apesar de não ter o curso de treinador. Até agora, não tinha conseguido conciliar as duas coisas, mas um colega falou-me deste curso e da possibilidade de entrar mesmo com esta idade", começa por explicar.
O corte de cabelo, a voz e a postura que apresenta durante os exercícios e enquanto fala connosco dão indícios do que faz na vida. Hélder é militar da GNR e a impossibilidade de progredir na arbitragem não o afecta: "O objectivo é, principalmente, passar de crítico a conhecedor", confessa, criticando a falta de conhecimento generalizado que se estende a jogadores e treinadores. O lado profissional pode ser uma mais-valia nesta aventura que tem pontos de comparação: "É preciso saber impor autoridade, saber falar e aplicar as leis. A comunicação é sempre importante." E depois, quem sabe, ser também "um modelo para os mais novos".
CHEGAR É FÁCIL, MANTER NÃO Atrair interessados para o curso de árbitros não é o mais difícil. No início, os grupos costumam ser numerosos e o grande problema está em conseguir com que se mantenham com o passar das aulas. "Há muitas desistências. Se passado uns dias não gostam, vão-se embora. Temos alguma dificuldade nessa manutenção. E, mesmo depois de acabarem o curso, continua a ser difícil. É preciso criar o bichinho, é preciso incentivar", garante Agostinho Correia. O coordenador fala por experiência própria, lembrando o passado dos filhos que, com 14 anos e sem carta de condução, moravam em Palmela e tinham jogos em Torres Vedras.
O modelo do curso sofreu alterações com o novo plano nacional de formação e pretende dar uma bagagem mais diversificada. Dessa forma, as unidades curriculares incluem História das Competições, Função e Estatuto do Árbitro, Introdução às Ciências do Comportamento, Técnicas de Arbitragem, Noções Básicas de Saúde, Alimentação e Nutrição, Legislação e Segurança e Metodologia do Treino. A alteração faz também com que a entrada em competição seja mais gradual. "Antigamente eram mandados logo para as feras. O objectivo, agora, é fazer com que sejam mais acompanhados durante o estágio, nas presenças nos núcleos e nos centros de treino. Desta forma há mais controlo e também se torna mais apelativo", explica Agostinho Correia. "É um plano ambicioso que visa a profissionalização", completa Manuel António Correia.
Os responsáveis pela arbitragem esperam que o novo plano possa estancar as dificuldades que têm vivido. Recentemente, vários árbitros foram afastados por faltarem a jogos e treinos, e as causas são um pouco transversais a tudo o que se passa em Portugal, na opinião de Agostinho Correia: "Há uns que deixam de ter hipóteses de subir de escalão e abandonam. E a conjuntura económica também é difícil." Apesar disso, a AFL é das que paga melhor e os valores por jogo podem ir desde os 14 euros, nos escalões mais jovens, até aos 45, em encontros do Pró--Nacional (divisão mais alta a nível sénior distrital). Carlos Esteves, presidente do Conselho de Arbitragem, conta ao i que são pagos a árbitros cerca de 70 mil euros por mês, entre os prémios de jogo, os quilómetros das deslocações e os subsídios de refeição, quando existem.
DUAS SEMANAS DEPOIS... O curso parece estar a ser um sucesso. O Futebol Benfica volta a acolher uma sessão prática e o grupo mantém-se inalterado. Não falta ninguém e uma desatenção até faz com que os dois últimos a chegar comecem a aula sem o colete. A insistência já não é tanto nas tarefas do árbitro assistente e foca-se também nos desafios do penálti e da capacidade de lidar com jogadores problemáticos. Aí, são os próprios futuros árbitros a encarnarem esse papel durante uma peladinha em que acontece tudo, desde simulações a tentativas de intimidação. Os lances são interrompidos com frequência para debater o que deve ser feito, enquanto a linha lateral tem seis ou sete candidatos a fazerem de assistentes. "Há ali um que marca sempre para o lado contrário", desabafa um dos "jogadores", entre risos.
O grupo está mais solto e confiante, e dá razão ao que Manuel António Correia nos tinha dito duas semanas antes: "À segunda aula começa-se logo a perceber quem terá jeito." Esse reencontro é também o momento ideal para esclarecer o alcance das duas tiradas que nos ficaram na mente durante esses dias: o treinar em frente até ao espelho e a prática num parque.

"A arbitragem tem de ser vista como uma qualquer modalidade e pode ser praticada num parque aberto", repete-nos. Acima de tudo, lembra que não é preciso que haja um jogo para haver arbitragem e que as decisões não são obrigatórias durante o treino, apenas o processo de as tomar. "O que se pode treinar? A sinalética, a forma de usar a bandeirola, a movimentação em conjunto com o outro árbitro, a corrida de costas, a movimentação lateralizada..." enumera. A questão do espelho baseia-se no mesmo conceito, e não numa ideia de vaidade. "Quando se pratica em frente ao espelho, conseguimos ver como estamos a fazer e como podemos melhorar. A repetição leva à perfeição e em frente ao espelho temos essa possibilidade. Mas também pode ser testado em frente à mulher ou à namorada. Pode ser partilhado com a família."

Fonte: i

Vídeo: Sissoko põe árbitro KO...

O juiz Mike Jones queria que o jogador do Newcastle fizesse as pazes com o guarda-redes contrário, mas um movimento brusco acabou por deixá-lo... KO


O árbitro do Newcastle-Southampton foi vítima de um valente soco acidental de Moussa Sissoko, médio da equipa da casa. Numa altura em que tentou acalmar um desentendimento entre o futebolista francês e o guarda-redes adversário, Paul Gazzaniga, Mike Jones aproximou-se e acabou por ser atingido na cara, ficando a sangrar do nariz...

Profissionalização aumenta motivação dos jovens

A profissionalização da arbitragem portuguesa vai seduzir mais jovens para a atividade. A convicção é de Vítor Pereira, presidente do Conselho de Arbitragem da FPF
Em declarações aos jornalistas à margem de uma reunião com o Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol de Bragança, Vítor Pereira disse que "a profissionalização vai aumentar os fatores motivacionais de adesão à atividade, vai criar motivações nos pressupostos de desenvolvimento de carreiras".

"Estamos convencidos que o recrutamento vai aumentar, tal como a motivação numa segunda fase, que é nos processos de passagem dos conselhos distritais para a Federação vai ser ainda mais entusiasmante. Desse ponto de vista, a profissionalização vai ser um fator facilitador da arbitragem das associações distritais", explicou.

Reuniões como as de ontem servem para, fazer um "diagnóstico na primeira fase" e encontrar "soluções numa segunda, para aumentar o recrutamento e fazer com que os árbitros não abandonem precocemente a atividade, sobretudo na percentagem elevada com que tem acontecido até aqui", sublinhou Vítor Pereira.

O líder da arbitragem nacional explicou ainda que, no recrutamento de mais árbitros, a estratégia passa pelos escalões etários mais baixos. "Vamos utilizar o Desporto Escolar. Também os escalões jovens, de sub-13 aos sub-17, para além de outras iniciativas, como o boca a boca", admitiu.

E apesar de a profissionalização já ter arrancado, Vítor Pereira frisa que a arbitragem "é como uma árvore, que demora a crescer e a dar frutos", pelo que, para já, ainda é cedo para falar em melhorias. Mas uma coisa é certa, vai-se "passar de 176 horas de trabalho anual para mais de 700, o que só por si, essa melhoria irá ser notória".

Fonte: O Jogo

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Rosetti deixa liderança da arbitragem russa

Um ano depois de declarar que o nível de arbitragem na Rússia precisava de uma reformulação radical, Roberto Rosetti deixou a liderança da arbitragem da federação da Rússia

Retirado da arbitragem desde o Mundial 2010, o antigo árbitro italiano, que dirigiu a final do Euro 2008 entre a Espanha e a Alemanha, foi contratado pela federação russa de futebol no ano seguinte, para assumir um projeto de melhoria dos padrões da arbitragem, tendo em vista o Mundial de 2018.
E agora, Rosetti deixa cargo alegando motivos familiares. "Recebemos um pedido de Roberto Rosetti para libertá-lo devido a razões familiares", explicou o presidente da da federação, Nikolai Tolstykh.
Em outubro do ano passado, Rosetti comentara que o futebol russo tinha muito poucos árbitros decentes e que precisaria de mais tempo para implementar o seu programa. "É absolutamente impossível que uma criança sonhe de se tornar um árbitro aqui na Rússia", disse na época.

Fonte: Notícias ao Minuto

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Liga Europa: Árbitros para jogos do Paços de Ferreira, Estoril Praia e Vitória de Guimarães

A UEFA divulgou as nomeações dos árbitros para a última jornada da fase de grupos da Liga Europa.

No Grupo E, o embate entre os romenos do Pandurii e o Paços de Ferreira, que serve apenas para cumprir calendário, vai ser dirigido pelo galês Simon Lee Evans.

No Grupo H, o jogo entre o Estoril Praia, já afastado da fase a eliminar, e os checos do Slovan Liberec será arbitrado pelo turco Halis Ozkahya.

Finalmente, no Grupo I, a UEFA nomeou o esloveno Matej Jug para arbitrar o jogo entre o Vitória de Guimarães, também já fora da corrida para os 16 avos de final, e o Lyon.

Liga Europa: Artur Soares Dias nomeado para o Fiorentina - Dnipro


O árbitro português Artur Soares Dias foi hoje nomeado pela UEFA para dirigir o encontro entre Fiorentina e Dnipro, na quinta-feira, da sexta e última jornada do Grupo E da Liga Europa.

O juiz do porto, que vai dirigir um jogo entre as duas equipas já apuradas para os 16 avos de final, vai apitar o quarto encontro da Liga Europa desta época, o segundo da fase de grupos. 


Fonte: Mais Futebol

Champions: Árbitro alemão no At. Madrid - FC Porto


O árbitro alemão Deniz Aytekin foi nomeado pela UEFA para a visita do FC Porto ao Atlético de Madrid, na quarta-feira, jogo da sexta e última jornada do Grupo G da Liga dos Campeões.

O juiz germânico, de 35 anos e internacional desde 2011, vai dirigir pela segunda vez um encontro com equipas portuguesas, depois de ter estado na deslocação do Sp. Braga ao terreno dos ingleses do Birmingham, da fase de grupos da edição de 2011/12 da Liga Europa, que os bracarenses venceram por 3-1.

Os tricampeões nacionais, terceiros classificados no Grupo G, com cinco pontos, visitam os «colchoneros», que lideram o grupo com dez pontos, na quarta-feira, a partir das 19:45.

Os dragões, para aspirarem a um apuramento para os oitavos de final, necessitam de ganhar e esperar que os russos do Zenit, segundos classificados com seis pontos, não vençam no terreno do Áustria de Viena.


Fonte: Mais Futebol

domingo, 8 de dezembro de 2013

Humor / Vídeo: A melhor publicidade num Mundial de Futebol

Humor em causa própria. Uma pérola disponível no Youtube de um anúncio britânico a um chocolate, que goza com a maior polémica de sempre num lance de futebol, aquela que decidiu o Campeonato do Mundo de 1966.

A dúvida alimenta discussões até hoje. O golo de Geoff Hurst naquele Inglaterra-Alemanha entrou ou não? Aqui, a ação centra-se no árbitro assistente cuja opinião foi decisiva, o soviético Tofik Bakhramov. 

Tem mais piada ainda porque o anúncio foi lançado em 2006, antes do Mundial na Alemanha.





Fonte: Mais Futebol

Champions: Árbitro Inglês Mark Clattenburg no Benfica-PSG


O inglês Mark Clattenburg é o árbitro nomeado pela UEFA para dirigir o Benfica-PSG, da última jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões. 

É a segunda vez que este árbitro dirige jogos do Benfica, sendo que a outra ocasião não traz boas memórias para os encarnados: Mark Clattenburg esteva na derrota (2-1) do Benfica em Moscovo, com o Spartak, em jogo da Liga dos Campeões realizado em outubro do ano passado.

Um jogo, recorde-se, decidido por um autogolo de Jardel, aos 43 minutos, depois de Rafael Carioca ter marcado para o Spartak aos 3 minutos e de Lima ter empatado aos 33 minutos.

O juiz inglês esteve também noutro jogo que não correu bem aos portugueses, na circunstância o empate em Guimarães (4-4) da seleção nacional com o Chipre. 

A melhor recordação de Mark Clattenburg é do FC Porto: o inglês dirigiu a vitória do ano passado sobre o Málaga por 1-0 em casa, numa eliminatória que os dragões acabariam por perder fora de casa.

Refira-se por fim que este ábitro (38 anos) atingiu o momento mais alto da carreira quando apitou a final masculina dos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, entre o Brasil e o México.

Na Luz, na terça-feira, frente ao PSG, estará acompanhado dos habituais assistentes: Simon Beck e Stephen Child, o quarto árbitro será Simon Long.


Fonte: Mais Futebol

Distrito de Santarém tem mais vinte e um árbitros de futebol

Terminou no dia 1 de Dezembro a fase teórico prática do curso de formação inicial de árbitros de futebol nível I.

A sessão de encerramento decorreu no auditório do Centro de Estágios de Formação Desportiva de Rio Maior e foi aberta ao público em geral pelo que contou com a presença de um significativo número de familiares dos candidatos que terminaram o curso.

Na sessão de encerramento estiveram presentes representantes de diversas entidades ligadas à modalidade e à arbitragem. Nomeadamente, Antonino Silva (vice-presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol), Carlos Coutinho (Presidente da DESMOR), Ana Amorim (APAF) e da Associação de Futebol de Santarém, Francisco Jerónimo (presidente), Fernando Silva (presidente do Conselho de Arbitragem).

Fonte: O Mirante

Champions: Pedro Proença no Galatasaray - Juventus


O árbitro português Pedro Proença foi o escolhido pela UEFA para dirigir o Galatasaray-Juventus, último encontro do Grupo B da Liga dos Campeões, decide nas contas que definem o apuramento para os oitavos de final da prova. 

Proença será auxiliado pelos compatriotas Bertino Miranda e Tiago Trigo, tendo ainda João Capela e Duarte Gomes como árbitros adicionais e Venâncio Tomé como quarto árbitro.


Fonte: A Bola

sábado, 7 de dezembro de 2013

Proença entre os árbitros pré-convocados


Portugal vai estar representado ao mais alto nível no Campeonato do Mundo. Além da seleção nacional e de mais dois treinadores - Fernando Santos pela Grécia e Carlos Queiroz pelo Irão -, tudo indica que o Mundial do Brasil de 2014 vai contar com uma equipa de arbitragem lusa.

Pedro Proença está entre os juízes pré-convocados para a competição, juntamente com os assistentes Bertino Miranda e Tiago Trigo.

Depois de ser considerado o melhor árbitro do Mundo em 2012, quando orientou não só a final da Liga dos Campeões como o jogo decisivo do Campeonato da Europa de seleções realizada na Polónia e na Ucrânia, Pedro Proença deve, no próximo ano, estrear-se no maior palco do futebol mundial e conseguir mais um passo marcante na carreira.

Na África do Sul 2010, Olegário Benquerença foi o representante da arbitragem lusa, quatro anos depois da classe não ter conseguido colocar nenhum juiz no Alemanha 2006. Vítor Pereira (mundiais de 1998 e 2002), António Garrido (1978 e 1982), António Saldanha Ribeiro (1970), Joaquim Campos (1958 e 1966) e José Vieira da Costa (1950 e 1954) completam a lista de árbitro portugueses que orientaram jogos em Campeonatos do Mundo.

Fonte: JN